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	<title>Arquivos Saúde &#8902; Jornal do Momento News</title>
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	<title>Arquivos Saúde &#8902; Jornal do Momento News</title>
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		<title>Nova Lei da Fibromialgia garante direitos a milhões de brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação/Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença que afeta cerca de 6 milhões de pessoas no país agora é reconhecida como...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Doença que afeta cerca de 6 milhões de pessoas no país agora é reconhecida como deficiência, abrindo caminho para benefícios como filas e vagas preferenciais; especialista explica o passo a passo para obter a identificação</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   No mês do Fevereiro Roxo, campanha de conscientização sobre Lúpus, Alzheimer e Fibromialgia, pacientes que convivem com a doença recebem uma notícia aguardada. A recente regulamentação da lei que reconhece a Fibromialgia como deficiência representa um marco para os cerca de 6 milhões de brasileiros, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Reumatologia, que convivem com a condição. A medida transfere o foco da discussão para além da patologia e cria um guia de serviços prático para o dia a dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O reconhecimento legal valida o impacto funcional da doença, uma condição muitas vezes invisível, caracterizada por dor crônica, fadiga, alterações de sono e dificuldades cognitivas. Com a nova classificação, pacientes com comprometimento funcional comprovado passam a ter acesso a direitos que podem transformar sua rotina, como o uso de filas preferenciais e vagas de estacionamento reservadas.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Do ponto de vista médico, o reconhecimento da fibromialgia como uma deficiência representa um avanço importante porque valoriza o impacto funcional real da doença. Socialmente, a regulamentação permite que pacientes que realmente apresentam comprometimento funcional relevante tenham acesso a direitos e serviços públicos, trazendo mais dignidade e reduzindo a vulnerabilidade dessas pessoas”, explica Gabriel Caetano, reumatologista e professor do curso de Medicina da UniCesumar.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para auxiliar os pacientes, o especialista detalha o passo a passo para obter a identificação e usufruir dos benefícios:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O primeiro ponto é solicitar a identificação correta: como a fibromialgia é uma “deficiência oculta” e não uma doença rara, o instrumento mais indicado é o Cordão de Girassol, que sinaliza a necessidade de suporte e atendimento prioritário, em vez da Carteira de Identificação da Pessoa com Doença Rara (CIPDR).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O documento central para a solicitação é um laudo médico detalhado. “O laudo deve atestar o diagnóstico, a evolução do quadro e as repercussões funcionais da doença”, orienta o reumatologista. Além dele, são necessários documentos de identificação (RG e CPF), comprovante de residência e exames recentes que ajudem a contextualizar a condição do paciente.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O local para dar entrada no pedido varia conforme o benefício desejado. Para obter o Cordão de Girassol, o paciente deve procurar um CRAS, UBS ou o órgão municipal responsável pela política da pessoa com deficiência. Já para benefícios previdenciários, como o BPC/LOAS, o caminho é o INSS, enquanto isenções fiscais e o direito a vagas de estacionamento devem ser pleiteados junto ao DETRAN e às secretarias da fazenda estaduais ou municipais.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Na prática, a principal vantagem desses instrumentos é tornar visível uma limitação que não é aparente, facilitando o acesso imediato a direitos no dia a dia, como atendimento prioritário em filas e, em alguns contextos, o uso de vagas de estacionamento destinadas a pessoas com deficiência”, complementa o professor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Além do diagnóstico: o caminho do cuidado</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O especialista reforça que, antes mesmo dos direitos, o paciente tem um papel ativo em seu tratamento, que inclui adesão à medicação, prática de atividade física supervisionada e cuidado com a saúde mental.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A primeira recomendação é entender que o diagnóstico não marca um ponto final, mas o início de um processo de cuidado ativo. Os direitos passam a ter um papel importante não como instrumento de acomodação, mas como ferramentas para favorecer a recuperação funcional. Quando tratamento e direitos caminham juntos, o objetivo deixa de ser apenas conviver com a dor e passa a ser retomar funcionalidade, dignidade e protagonismo na própria vida”, finaliza Caetano.</span></p>
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		<title>Oncologista do Hospital Santa Marcelina orienta: estilo de vida equilibrado é importante antes,  durante e após o diagnóstico do câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom/SM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 15:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evidências científicas mostram que as taxas de recidiva diminuem em até 30% em pacientes que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Evidências científicas mostram que as taxas de recidiva diminuem em até 30% em pacientes<br />
que aderem a hábitos saudáveis</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O câncer é a segunda principal causa de mortes no mundo, ficando atrás apenas das doenças não transmissíveis &#8211; como as cardiovasculares -, e registrando cerca de 10 milhões de casos por ano. No entanto, um terço dessas ocorrências pode ser prevenidas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, tem como objetivo conscientizar a população sobre os fatores de risco da doença, as formas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a incidência de câncer aumentou 20% nos últimos 10 anos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Entre 2023 e 2026, estima-se que surjam 704 mil novos casos da doença. Somente em 2023, foram registrados 483 mil novos casos, um crescimento de 13% em relação aos anos anteriores. Dados da OMS revelam que o câncer continua a ser um dos principais desafios para a saúde mundial, e população precisa cada vez mais ter a consciência do que podem fazer para reduzir o risco da doença.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Os tipos de câncer mais comuns, segundo o INCA, incluem os tumores de pele, mama, próstata, intestino, colo do útero, além dos tumores de cabeça e pescoço. A busca por diagnósticos, campanhas de prevenção, como mutirões, e a adoção de hábitos saudáveis são fundamentais para a conscientização sobre a doença. Um estilo de vida saudável, com controle de peso, atividade física regular, alimentação equilibrada, e o não uso de tabaco e álcool podem reduzir de forma robusta esse aumento, pois hábitos nocivos são responsáveis diretos ou indiretos por 40% dos tumores. Manter hábitos saudáveis é importante mesmo após o diagnóstico de um câncer. Evidências científicas mostram que as taxas de recidiva diminuem em até 30% em pacientes que aderem a hábitos saudáveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Segundo o Coordenador do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital Santa Marcelina, Dr. Roberto Odebrecht Rocha, uma boa alimentação tem papel fundamental na redução dos riscos de desenvolver diversos tipos de cânceres. “Estudos mostram que dietas baseadas no consumo de açúcar, gorduras saturadas, gorduras trans e alimentos ultraprocessados contribuem para o aumento dos índices de câncer de várias formas”, ressalta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Consumo de carnes: para a OMS, o consumo de carnes processadas como: salsicha, linguiça, presunto e bacon, aumentam significativamente o risco de desenvolvimento de câncer de intestino. O consumo elevado de carne vermelha (suína, bovina e carneiro), também é considerado um fator de provável ação cancerígena.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Cuidado com excesso de açúcar: é preciso atenção quanto ao consumo excessivo do açúcar, essa prática pode resultar em ingestão de calorias além do necessário, o que leva ao aumento do peso e gordura corporal. De acordo com o American Institute for Cancer Research, é o excesso de gordura corporal que aumenta o risco de desenvolvimento do câncer, não apenas o açúcar como fator isolado. “Desta forma, recomenda-se a ingestão de uma dieta rica em alimentos nutritivos como grãos integrais, vegetais, frutas, feijões e a substituição de bebidas açucaradas por aquelas de baixa ou nenhuma caloria”, explica o oncologista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Sal: o excesso do sal está relacionado a maior incidência de câncer. A OMS recomenda que sejam consumidos no máximo cinco gramas de sal por dia. Sendo que 2g estejam presentes naturalmente nos alimentos e apenas 3g (duas colheres de chá rasas) sejam acrescentados no preparo das refeições em um dia. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Até o momento, não há uma causa exata para o desenvolvimento do câncer. No entanto, fatores ambientais e genéticos, isolados ou combinados, podem aumentar o risco da doença. “Não fumar, evitar bebidas alcoólicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, realizar exames de rotina e evitar a exposição excessiva ao sol são recomendações importantes que devemos incorporar ao nosso dia a dia. O tratamento do câncer é multidisciplinar e a radioterapia é um dos principais tratamentos, sendo que cerca de 70% dos pacientes oncológicos recebem esse tipo de terapia em alguma fase do seu tratamento”, explica o Dr. Roberto Odebrecht Rocha.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Prevenção do câncer:</span></strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;">    <span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Câncer de colo uterino</strong>: exame de papanicolau a partir de 25 anos e que já estiverem em atividade sexual, e ser feito até os 64 anos &#8211; em caso de resultados normais. Vacina para HPV: para meninas de nove a 14 anos;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   <strong>Câncer de mama</strong>: exame de mamografia é o exame padrão ouro com redução da mortalidade em até 40%, permitindo o diagnóstico precoce. Realizado a partir dos 50 a 74 anos, a cada dois anos. Porém, com a atualização do Ministério da Saúde, o exame já pode ser oferecido a partir dos 40 anos, a cada dois anos, dependendo da indicação médica;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Câncer de colorretal</strong>: a colonoscopia é o exame para prevenção e diagnóstico de câncer de cólon e reto, e permite o diagnóstico de lesões pré-malignas e neoplasias malignas. A redução do risco de mortalidade é em até 56% dos casos e incidência em cerca de 80%. É indicado para pessoas a partir de 50 anos segundo o Ministério da Saúde, e aos 45 anos conforme a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). “Em casos de grupos de risco com história familiar presente de câncer colorretal a recomendação é 10 anos antes da idade do diagnóstico de algum parente, principalmente de primeiro grau, ou realizado a partir de 35 anos de idade segundo a SBOC.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Câncer de Pulmão</strong>: o exame de rastreamento é a tomografia computadorizada de baixa dose, o que reduz o risco de mortalidade em cerca de 20%. Indicado para pessoas com 50 a 80 anos, com histórico de tabagismo igual ou superior a 20 maços.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Serviço de Oncologia do Hospital Santa Marcelina: prioriza a segurança e bem-estar do paciente e de seus familiares, por meio de medicina humanizada, reunindo os melhores profissionais da área da saúde, a fim de ofertar as melhores técnicas e ações assistenciais, com o objetivo de colaborar com o desenvolvimento de pesquisas e estudos neste segmento, tendo em vista a necessidade de proporcionar condições adequadas ao quadro clínico de cada paciente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O Santa Marcelina é referência no tratamento de oncologia na Zona Leste de São Paulo, e conta com um serviço com alta especialização, capacitação profissional e avançado suporte técnico e tecnológico em quimioterapia e radioterapia, e ainda dispõe de um ambulatório adulto e pediátrico. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A Instituição conta com uma Central de Quimioterapia. A ampliação da área ocorreu para melhor atender e proporcionar mais segurança e conforto aos pacientes. Atualmente, a Central de Quimioterapia do Hospital conta com 12 consultórios, uma sala para o paciente com sonda enteral ter a privacidade de receber a dieta com conforto em poltrona, cinco salas para a administração de quimioterapia, sala de emergência e de prescrição médica, um posto de enfermagem, farmácia para quimioterapia, 27 lugares para acolher os pacientes, além de uma ampla recepção para o atendimento e acolhimento.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fibromialgia agora é deficiência: neurocirurgião defende reconhecimento social da dor</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/fibromialgia-agora-e-deficiencia-neurocirurgiao-defende-reconhecimento-social-da-dor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fibromialgia-agora-e-deficiencia-neurocirurgiao-defende-reconhecimento-social-da-dor</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 19:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida representa avanço institucional, mas acesso a benefícios exige comprovação funcional e previdenciária    ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Medida representa avanço institucional, mas acesso a benefícios exige comprovação funcional e previdenciária</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A sanção da Lei nº 15.176/2025, que reconhece oficialmente a fibromialgia como uma condição de deficiência (PCD) no Brasil, dá proteção legal aos pacientes para acessar os mesmos direitos previstos para outras deficiências, como cotas, isenção fiscal e aposentadoria. A medida é considerada um marco importante na validação do sofrimento de milhões de brasileiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Estima-se que cerca de 3% da população brasileira (o equivalente a 6 milhões de pessoas) tenha fibromialgia, com maior prevalência entre as mulheres, segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). “O reconhecimento legal ajuda a romper o estigma que há anos desacredita a dor de quem vive com fibromialgia. Para muitos pacientes, é o primeiro gesto concreto de legitimação que recebem após uma longa trajetória de desconfiança e negligência”, afirma o Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião funcional e pesquisador da Disciplina de Neurocirurgia da Unicamp.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A nova lei não altera automaticamente as regras para concessão de benefícios. Para que sejam reconhecidos como PCD e possam acessar direitos previdenciários e sociais, os pacientes precisam comprovar a condição clínica, apresentar laudo médico e se submeter a avaliação biopsicossocial – biológica, psicológica e social &#8211; realizada por equipe multiprofissional. Além disso, é necessário ter contribuído para a Previdência Social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A lei estabelece que a fibromialgia deve interferir de forma significativa na realização de atividades cotidianas, como trabalho, locomoção ou autocuidado. “O diagnóstico não pode ser confundido com incapacidade. Cabe a nós, médicos e profissionais de saúde, avaliar com responsabilidade cada caso e contribuir com informações técnicas claras”, esclarece o especialista no tratamento da dor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Com a sanção, o Brasil se posiciona ao lado de países como o Reino Unido, que enquadra a síndrome como deficiência sob a Equality Act 2010 &#8211; Lei da Igualdade de 2010, do Reino Unido, protege contra discriminação, assédio e vitimização &#8211; desde que os sintomas causem impacto funcional por 12 meses ou mais, o que permite o acesso a benefícios como o PIP (Personal Independence Payment ou, em português, Pagamento de Independência Pessoal). Em Israel, o reconhecimento da síndrome como deficiência parcial já está em vigor, com subsídios proporcionais ao grau de limitação, mediante perícia médica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O desafio de validar a dor</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O reconhecimento da fibromialgia como deficiência lança luz sobre a necessidade de acolhimento diante de uma doença que provoca sofrimento e que pode ser subestimada. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico formal de fibromialgia pode ser longo, o que retarda o início do tratamento e dificulta o acesso a estratégias de cuidado eficazes. “Há uma negligência estrutural com a dor. Na fibromialgia, o sistema nervoso amplifica estímulos, e a dor ganha uma proporção avassaladora”, explica o neurocirurgião.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Esse intervalo não só posterga o início do tratamento adequado, como também acentua o sofrimento emocional e pode levar ao afastamento das atividades profissionais e interferir na vida social. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A fibromialgia é classificada como uma síndrome neurossensorial complexa, relacionada a um distúrbio no processamento da dor pelo sistema nervoso central. Seus sintomas incluem dor musculoesquelética difusa, fadiga crônica, sono não reparador, alterações cognitivas e sintomas neurovegetativos. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“O tratamento da dor na fibromialgia não pode ser subestimado e deve ser conduzido por uma equipe multidisciplinar, sempre adaptado ao perfil clínico de cada paciente. É fundamental combinar conscientização e orientações sobre a doença, uso criterioso de medicamentos moduladores da dor, fisioterapia regular, atividade física de baixo impacto e suporte psicológico. Só assim é possível preservar ou recuperar a funcionalidade e a qualidade de vida, mesmo quando a dor persiste cronicamente”, ressalta o neurocirurgião.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Sobre o Dr. Marcelo Valadares:</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Dr. Marcelo Valadares é médico neurocirurgião e pesquisador da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A Neurocirurgia Funcional é a sua principal área de atuação. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Seu enfoque de trabalho é voltado às cirurgias de neuromodulação cerebral em distúrbios do movimento, cirurgias menos invasivas de coluna (cirurgia endoscópica da coluna), além de procedimentos que envolvem dor na coluna, dor neurológica cerebral e outros tipos de dor. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O especialista também é fundador e diretor do Grupo de Tratamento de Dor de Campinas, que possui uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">No setor público, recriou a divisão de Neurocirurgia Funcional da Unicamp, dando início à esperada cirurgia DBS (Deep Brain Stimulation – Estimulação Cerebral Profunda) naquela instituição. Estabeleceu linhas de pesquisa e abriu o Ambulatório de Atenção à Dor afiliado à Neurologia. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de 13 milhões de pessoas vivem com Diabetes no Brasil</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/mais-de-13-milhoes-de-pessoas-vivem-com-diabetes-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mais-de-13-milhoes-de-pessoas-vivem-com-diabetes-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 18:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como armazenar a insulina e manusear as canetas descartáveis e reutilizáveis disponibilizadas gratuitamente pelo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Saiba como armazenar a insulina e manusear as canetas descartáveis e reutilizáveis disponibilizadas gratuitamente pelo SUS</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">      Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, 6,9% dos brasileiros, mais de 13 milhões de pessoas vivem com diabetes no Brasil, sendo que cerca de 90% dos casos são do tipo 2.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     De acordo com especialistas, a Diabete é causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, que é o hormônio que regula a glicose no sangue e transforma em energia para as células do organismo. As altas taxas de glicemia (açúcar), pode levar a complicações nos rins, coração, artérias, nervos, a cegueira e até a morte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Ainda de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença pode se apresentar de diversas formas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">      A <strong>Diabetes tipo 1</strong> é hereditária, o pico ocorre em crianças e adolescentes, entre 10 e 14 anos, é caracterizada pela destruição das células do pâncreas (beta-pancreáticas) responsáveis pela produção e secreção de insulina, o que resulta em uma deficiência na secreção deste hormônio no organismo.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A <strong>Diabetes tipo 2</strong> ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida, é causada por sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e má alimentação. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Antes de se tornar diabética a pessoa recebe sinais do corpo, é importante levar a sério e se cuidar, pois ainda há tempo de evitar a doença quando os níveis de glicose no sangue estão elevados mas não o suficiente para ser diabetes, que é considerado pré-diabetes, mais comum em quem está obeso.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Independente do tipo de diabetes, o tratamento é essencial e exige o uso diário de insulina e só o médico pode prescrever a dosagem para regular os níveis de glicose no sangue.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O medicamento, mais conhecido como as canetas de insulina, é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Desde março deste ano, além das canetas descartáveis, o SUS está oferecendo também, as reutilizáveis para os tipos NPH e regular, com validade de três anos após o primeiro uso. E para assegurar o uso e manuseio correto das canetas, o SUS desenvolveu uma cartilha com orientações para profissionais de saúde e pacientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    De acordo com o Ministério da Saúde, a caneta reutilizável para aplicação de insulina proporciona mais conforto ao paciente durante o tratamento da diabetes. Com menor impacto ambiental, o dispositivo oferece precisão na dosagem, facilidade na aplicação, agulhas finas e tubetes removíveis. Ainda de acordo como o MS, foram encaminhadas a rede pública, até agosto deste ano, mais de 2,1 milhões de canetas reutilizáveis. O novo modelo é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A caneta é refil e não deve ser jogada fora. O que é jogado fora é o tubete, quando a insulina de dentro acabar. Ela tem validade de 3 anos, após o primeiro uso, portanto, marque a data do primeiro uso na caixa.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Como usar, segundo orientação do MS: </span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     Primeiro tire a tampa, tire o suporte do tubete e insira o tubete. Depois feche sem rosquear, apenas encaixe e dê um leve giro sem fazer força. Depois disso, você só precisa abrir essa parte quando a insulina terminar e for necessário trocar o tubete.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Pegue a agulha, encaixe e rosqueie até o final, certifique-se que a agulha está bem firme. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Retire a tampa externa e a tampa interna, selecione duas unidades de insulina e aperte até o final. Repita o procedimento até ver que o produto está saindo pela ponta. Com a agulha voltada para cima, dê leves batidas para que qualquer bolha de ar, suba para a ponta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Para aplicar, selecione a dose prescrita pelo seu médico, pegue no local da aplicação, insira a agulha e aperte o botão até o final, espere dez segundos para ter certeza que a dose foi totalmente injetada e retire a agulha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Depois, pegue a tampa externa da agulha, coloque e retire a agulha, para evitar contaminação ou bolhas de ar. Coloque a tampa novamente e guarde em local seco, fresco e longe de luz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Coloque a agulha usada e o tubete vazio em um pote ou garrafa pet e depois leve ao posto de saúde para um descarte correto.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Diferença entre as canetas e modo de armazenamento, segundo material de orientação do Ministério da Saúde:</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Canetas descartáveis</strong> &#8211; já vem preenchida, com um tubete/ carpule de insulina fixo, quando a insulina acaba a caneta deve ser colocada em um recipiente (garrafa) de plástico e levada a UBS para o descarte correto. A dose pode ser ajustada de 1 a 60 unidades, de acordo com a prescrição médica para cada paciente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Canetas reutilizáveis</strong> &#8211; Cada tubete/carpule contém 300 unidades de insulina e cada tubete/carpule dura aproximadamente um mês, permite ajuste da dose de acordo com a orientação médica e quando a insulina acaba a pessoa deve descartar apenas o tubete/carpule vazio e a caneta será recarregada com um novo tubete/carpule.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O modo de armazenamento das duas canetas é o mesmo. Enquanto fechada, o armazenamento recomendado é na geladeira, 2ºC a 8ºC. Para evitar desconforto o MS recomenda que tire da geladeira 30 minutos antes da aplicação. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Depois de aberta, manter na embalagem original, em temperatura ambiente, abaixo de 30ºC, longe da luz e por no máximo 6 semanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Importante: </span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Sempre consulte um médico, siga as prescrições corretas de dosagem da medicação e sempre peça mais orientações de armazenamento e manuseio do medicamento ao receber. Fonte: Ministério da Saúde</span></p>
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		<title>Como cuidar do cérebro em cada fase da vida para evitar o risco de demência</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/como-cuidar-do-cerebro-em-cada-fase-da-vida-para-evitar-o-risco-de-demencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-cuidar-do-cerebro-em-cada-fase-da-vida-para-evitar-o-risco-de-demencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 16:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurocirurgião da Unicamp explica como atitudes em diferentes momentos da vida influenciam a saúde cerebral...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Neurocirurgião da Unicamp explica como atitudes em diferentes momentos da vida influenciam </span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">a saúde cerebral e podem prevenir até 40% dos casos de demência, segundo estudos</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O cérebro humano começa a envelhecer muito antes dos primeiros sinais de demência. Embora essa condição esteja associada à terceira idade, as estratégias mais eficazes para preveni-la devem ser adotadas ao longo de toda a vida. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">De acordo com a Comissão Lancet sobre Demência, de 2020, cerca de 40% dos casos poderiam ser evitados ou adiados por meio da modificação de 12 fatores de risco &#8211; muitos deles presentes desde a infância até a meia-idade, como estímulo cognitivo, cuidados com a saúde cardiovascular, metabólica e mental, hábitos de vida e ambiente externo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo. A projeção é de que esse número triplique até 2050. O neurocirurgião funcional e pesquisador na Unicamp Dr. Marcelo Valadares, que atua no tratamento de doenças neurodegenerativas, explica que a demência não é um evento repentino e reforça que o cérebro pode ser treinado e protegido ao longo da vida. “O desencadeamento do quadro é resultado de anos de exposição a fatores de risco. O cérebro precisa ser cuidado desde cedo para chegar aos 80 anos ou mais com boa memória e lucidez”, alerta o médico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Infância e adolescência</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A infância compreende o período de maior plasticidade cerebral. Um bom desenvolvimento neurológico depende de nutrição, ambiente afetivo e estímulo à aprendizagem. O baixo nível de escolaridade é o maior fator de risco modificável identificado pela Comissão Lancet. Crianças expostas a estímulos intelectuais, leitura e resolução de problemas tendem a formar uma “reserva cognitiva” maior. “Quanto mais estímulo intelectual e afetivo uma criança recebe, maior será sua capacidade de lidar com lesões e declínios no futuro”, afirma o doutor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Além disso, alimentação equilibrada e sono de qualidade também são primordiais nessa fase. Um estudo da Harvard Medical School (2021) adolescentes que dormem mal podem ter alterações em partes do cérebro ligadas à memória e ao raciocínio. Essas mudanças podem diminuir a capacidade do cérebro de se proteger contra perdas com o passar dos anos, o que pode aumentar o risco de demência no futuro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Vida adulta</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Até a faixa dos 60 anos, os principais fatores de risco para demência estão relacionados ao estilo de vida. Comportamentos como o sedentarismo, a alimentação inadequada e o consumo excessivo de álcool ou cigarro se instalam, ao mesmo tempo em que condições como hipertensão, diabetes e obesidade podem surgir ou se agravar sem sintomas perceptíveis, afetando silenciosamente a vitalidade do cérebro.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Obesidade, hipertensão, diabetes e o consumo excessivo de álcool ou cigarro não costumam causar sintomas imediatos no cérebro, mas afetam sua nutrição, a qualidade da circulação sanguínea e o equilíbrio inflamatório do organismo. Essas alterações, quando não controladas, prejudicam a circulação no cérebro, aumentam a inflamação no organismo e aceleram o desgaste de regiões ligadas à memória e à tomada de decisões. “A longo prazo, essas pequenas negligências diárias podem se somar em perdas cognitivas relevantes. Mudanças de hábito no presente podem preservar a autonomia e a clareza mental no futuro”, explica o neurocirurgião.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Ainda nessa fase, a sobrecarga emocional, estresse crônico e a sensação de isolamento afetam diretamente o equilíbrio químico do cérebro. Por isso, preservar vínculos sociais, manter o interesse por aprender coisas novas e buscar formas de movimentar o corpo são atitudes que funcionam como investimento para o envelhecimento. Um estudo publicado na revista Neurology (2023) apontou que adultos que se mantêm intelectualmente ativos, com leitura, cursos ou novos aprendizados, têm menor risco de desenvolver demência, mesmo com predisposição genética.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Terceira idade</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Mesmo na terceira idade, ainda há muito que pode ser feito para manter a mente ativa e adiar o avanço da demência. O desafio para os idosos é manter a funcionalidade cognitiva e física diante das transformações naturais do envelhecimento.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Manter-se ativo fisicamente, mesmo com limitações, é um dos pilares da prevenção. Além disso, o acompanhamento de quadros como perda auditiva, depressão e doenças cardiovasculares deve ser intensificado. “Ficar isolado, sem propósito ou sem conversa, faz o cérebro envelhecer mais rápido”, destaca o Dr. Marcelo. Fatores externos também afetam silenciosamente os idosos. A exposição cumulativa à poluição atmosférica, comum nas grandes cidades, e histórico de traumatismo craniano que pode deixar cicatrizes neurológicas que se tornam mais visíveis na velhice, tendem a enfraquecer as defesas do cérebro ou desencadear processos degenerativos de forma silenciosa. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A interação de diferentes estímulos é o que mais fortalece o cérebro”, recomenda o médico. Um estudo clínico FINGER, conduzido com idosos em situação de risco (2015), demonstrou que a combinação de alimentação saudável, exercícios, treino cognitivo e controle clínico reduziu em até 30% o declínio cognitivo em apenas dois anos de acompanhamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Sobre o Dr. Marcelo Valadares:</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Dr. Marcelo Valadares é médico neurocirurgião e pesquisador da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A Neurocirurgia Funcional é a sua principal área de atuação. Seu enfoque de trabalho é voltado às cirurgias de neuromodulação cerebral em distúrbios do movimento, cirurgias menos invasivas de coluna (cirurgia endoscópica da coluna), além de procedimentos que envolvem dor na coluna, dor neurológica cerebral e outros tipos de dor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O especialista também é fundador e diretor do Grupo de Tratamento de Dor de Campinas, que possui uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">No setor público, recriou a divisão de Neurocirurgia Funcional da Unicamp, dando início à esperada cirurgia DBS (Deep Brain Stimulation – Estimulação Cerebral Profunda) naquela instituição. Estabeleceu linhas de pesquisa e abriu o Ambulatório de Atenção à Dor afiliado à Neurologia. </span></p>
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		<title>Mastologista do Hospital Santa Marcelina oferece dicas de autocuidado e prevenção contra o câncer de mama durante caminhada Outubro Rosa</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/mastologista-do-hospital-santa-marcelina-oferece-dicas-de-autocuidado-e-prevencao-contra-o-cancer-de-mama-durante-caminhada-outubro-rosa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mastologista-do-hospital-santa-marcelina-oferece-dicas-de-autocuidado-e-prevencao-contra-o-cancer-de-mama-durante-caminhada-outubro-rosa</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação/Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 19:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bairro em foco]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldomomento.com.br/?p=18630</guid>

					<description><![CDATA[<p>Caminhada Outubro Rosa acontecerá neste sábado (19/10), às 9h, no Parque do Carmo, em Itaquera...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Caminhada Outubro Rosa acontecerá neste sábado (19/10), às 9h, no Parque do Carmo, em Itaquera</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Durante o mês de outubro, dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, o Hospital Santa Marcelina realizará diversas ações voltadas ao autocuidado. Entre elas, o destaque é a caminhada Outubro Rosa, que acontecerá neste sábado (19/10), às 9h, concentração próximo ao Bosque das Cerejeiras no Parque do Carmo, em Itaquera.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O evento será aberto a colaboradores e ao público em geral, com o objetivo de reforçar a importância da prevenção e da conscientização na luta contra o câncer de mama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   No dia da ação, com concentração próximo ao Bosque das Cerejeiras, os participantes terão um momento de atividade física, receberão orientações sobre o autocuidado com um mastologista do Serviço de Mastologia do Hospital e participarão de uma caminhada de aproximadamente 3 km nos arredores do Parque.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Ao longo do mês, os colaboradores participarão de palestras, como parte do evento, e terão atividades físicas, sessões de massagem e o “Vem de Rosa”, um dia da semana dedicado para que todos vistam uma peça cor de rosa em apoio à campanha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    <strong>Parcerias que salvam</strong>: para reduzir a incidência do câncer de mama e apoiar pacientes em tratamento, o Hospital mantém uma parceria com o Instituto Protea, uma ONG que financia cirurgias, exames, consultas, radioterapia e quimioterapia para mulheres de baixa renda. Essa colaboração possibilitou a criação do projeto AMAR &#8211; Ambulatório de Mastologia de Alta Resolutividade -, onde pacientes com nódulos mamários realizam mamografia, ultrassom e biópsia no mesmo dia, além de obterem os exames pré-operatórios. Após 15 dias, elas retornam com a cirurgia já agendada. Essa iniciativa reduziu o tempo médio de espera para a cirurgia de 60 para 30 dias e, graças ao apoio do Instituto, o número de mulheres tratadas aumentou em 50%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Nos últimos sete anos, a parceria entre o Santa e o Instituto Protea permitiu a realização de 40 mil exames e consultas para 4.000 mulheres, além de 96 mil sessões de quimioterapia e radioterapia para 2.200 pacientes, oferecendo tratamento completo contra o câncer de mama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Protea também desempenha um papel fundamental na instituição, coordenando um grupo de apoio com voluntários das áreas de fisioterapia, nutrição, terapia e educação física, que promovem atividades voltadas à mobilidade, autoestima e cuidados com a saúde durante o tratamento. Além disso, essa parceria viabilizou a implementação de um projeto de inteligência artificial que lê mamografias e estima o risco de uma paciente desenvolver câncer de mama nos próximos cinco anos, contribuindo para o rastreamento e a detecção precoce da doença. Para essa iniciativa, o Instituto e o Santa Marcelina receberam a doação de um mamógrafo digital, permitindo a realização de cerca de 500 exames por mês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    De acordo com a Dra. Grasiela Benini, coordenadora do Serviço de Mastologia, o câncer de mama não é completamente prevenível. A prevenção, de forma geral, baseia-se no controle de fatores de risco e no incentivo a fatores protetores, especialmente aqueles que podem ser modificados com a adoção de hábitos saudáveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Entre esses hábitos estão a prática regular de atividade física, uma alimentação balanceada, o controle do peso corporal, a redução do consumo de bebidas alcoólicas e a amamentação. É fundamental que as mulheres conheçam bem o próprio corpo, observem regularmente qualquer alteração nas mamas e consultem um médico ao notarem algo anormal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Os principais sinais e sintomas suspeitos do câncer de mama: presença de um caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor, pele da mama avermelhada ou com aparência de casca de laranja, alterações no mamilo e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Além disso, podem surgir pequenos nódulos no pescoço ou na região das axilas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    “Na Atenção Primária à Saúde, o Santa Marcelina conta com Unidades Básicas de Saúde (UBS), localizadas em diferentes regiões da Zona Leste de São Paulo, onde é possível participar de grupos e atividades para orientações sobre o câncer de mama, além de realizar consultas periódicas com médico e equipe multiprofissional, podendo ser encaminhada para a realização da mamografia e outros exames de apoio ao diagnóstico”, esclarece a Dra. Grasiela Benini.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O tratamento do câncer de mama: pode incluir diferentes abordagens, que serão determinadas pelo médico com base nos resultados dos exames e na análise do patologista após a realização da biópsia. “E para o diagnóstico e tratamento nos casos de câncer, o Hospital Santa Marcelina possui infraestrutura completa, exames de imagem, ambulatório e uma equipe especializada que oferece ampla assistência com atendimento humanizado às mulheres em tratamento. A unidade oferece serviços particulares, convênios e tem atendimento gratuito aos pacientes do SUS”, destaca a mastologista.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Câncer de mama no Brasil:</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     O Brasil deve registrar até o final de 2025, cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama, com uma taxa de 66,54 diagnósticos para cada 100 mil mulheres e aproximadamente 18 mil mortes, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). O Ministério da Saúde divulgou recentemente, novas recomendações para a realização da mamografia como parte da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Pela primeira vez, o exame passa a ser recomendado “sob demanda” para mulheres de 40 a 49 anos, mediante vontade da paciente e indicação médica.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">      Serviço de Mastologia do Hospital Santa Marcelina: se destaca por sua atuação em medicina humanizada, com equipes capacitadas e equipamentos de alta tecnologia para diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama e outras doenças mamárias. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A unidade é referência na Zona Leste de São Paulo para casos de alta complexidade oncológica, utilizando inteligência artificial em mamógrafos de última geração para aprimorar a precisão diagnóstica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O serviço também promove a prevenção e o bem-estar das pacientes com ações educativas, grupos de apoio e atividades de conscientização, especialmente durante o Outubro Rosa. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Em 2024, o Serviço de Mastologia do hospital realizou 6692 consultas ambulatoriais, 4268 mamografias e 389 procedimentos.</span></p>
<p>O post <a href="https://jornaldomomento.com.br/mastologista-do-hospital-santa-marcelina-oferece-dicas-de-autocuidado-e-prevencao-contra-o-cancer-de-mama-durante-caminhada-outubro-rosa/">Mastologista do Hospital Santa Marcelina oferece dicas de autocuidado e prevenção contra o câncer de mama durante caminhada Outubro Rosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://jornaldomomento.com.br">Jornal do Momento News</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Julho Verde: câncer de cabeça e pescoço é o quinto mais comum no Brasil</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/julho-verde-cancer-de-cabeca-e-pescoco-e-o-quinto-mais-comum-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=julho-verde-cancer-de-cabeca-e-pescoco-e-o-quinto-mais-comum-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 18:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Médicos explicam sinais de alerta, fatores de risco, formas de prevenção e os avanços...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Médicos explicam sinais de alerta, fatores de risco, formas de prevenção e os avanços no diagnóstico e tratamento, com foco na importância do atendimento precoce, acessível e de qualidade</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     Já estamos na metade do Julho Verde – mês de conscientização sobre os cânceres de cabeça e pescoço – mas a urgência da campanha permanece atual: esse tipo de câncer é o quinto mais comum no Brasil e, apesar de frequentemente ter sinais visíveis ou palpáveis desde o início, ainda é diagnosticado tardiamente na maior parte dos casos. No Instituto de Otorrinolaringologia &amp; Cirurgia de Cabeça e Pescoço – IOU, vinculado à Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, o atendimento especializado pelo SUS oferece recursos modernos para diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação dos pacientes.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Especialistas do IOU destacam três das principais áreas da cabeça e pescoço onde os cânceres são mais incidentes: laringe, cavidade oral e tireoide, além dos tumores de pele que acometem a região.<br />
</span></p>
<figure id="attachment_18213" aria-describedby="caption-attachment-18213" style="width: 538px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-18213" src="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU.jpg" alt="Agrício Crespo, presidente do IOU e titular do Departamento de Otorrinolaringologia da Unicamp. Divulgação" width="538" height="359" srcset="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU.jpg 800w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU-400x267.jpg 400w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU-300x200.jpg 300w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU-768x513.jpg 768w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Agricio-Crespo-presidente-do-IOU-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 538px) 100vw, 538px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18213" class="wp-caption-text"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 10px;">Agrício Crespo, presidente do IOU e titular do Departamento de Otorrinolaringologia da Unicamp. Foto: Divulgação</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Os médicos explicam sinais de alerta, fatores de risco, formas de prevenção e os avanços no diagnóstico e tratamento, com foco na importância do atendimento precoce, acessível e de qualidade – realidade no serviço oferecido pelo Instituto por meio do SUS.<br />
Laringe &#8211; Rouquidão é alerta.<br />
“A rouquidão persistente por mais de duas semanas é o principal sinal de alerta para o câncer de laringe”, explica o professor Agrício Crespo, presidente do IOU e titular do Departamento de Otorrinolaringologia da Unicamp. “Principalmente se for um homem com mais de 45 anos, fumante ou que consome bebidas alcoólicas, esse sintoma merece atenção imediata”.<br />
Segundo Dr. Agrício, o câncer de laringe é o segundo mais comum entre os tumores de cabeça e pescoço, e o fumo é o maior fator de risco, potencializado quando associado ao consumo de álcool. “Diagnosticar cedo é crucial: quando o tumor é detectado no início, as chances de cura passam de 90%. A cirurgia é minimamente invasiva, feita por via endoscópica, sem dor e com alta hospitalar em menos de 24 horas”, enfatiza.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Infelizmente, quando o diagnóstico é tardio, o tratamento pode exigir uma laringectomia total, ou seja, a retirada completa da laringe. “É uma cirurgia mutilante. O paciente perde a voz natural e passa a respirar por um orifício no pescoço, o que impacta profundamente a vida social, emocional e profissional”, alerta Dr. Agrício.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O IOU foi pioneiro no Brasil em oferecer, também pelo SUS, a reabilitação vocal por meio de próteses fonatórias, válvulas que permitem ao paciente reaprender a falar. Além disso, o Instituto foi o primeiro serviço público do país a realizar cirurgias endoscópicas a laser para câncer de laringe, tecnologia que evita traqueostomia e uso de sonda alimentar, promovendo uma recuperação mais rápida e com mais qualidade de vida.<br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_18215" aria-describedby="caption-attachment-18215" style="width: 267px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-scaled.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-18215 size-medium" src="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-267x400.jpg" alt="Carlos Takahiro Chone, coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e da Cirurgia de Base de Crânio do IOU. Divulgação" width="267" height="400" srcset="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-267x400.jpg 267w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-683x1024.jpg 683w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-200x300.jpg 200w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-768x1152.jpg 768w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-1024x1536.jpg 1024w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Carlos-Takahiro-Chone-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-scaled.jpg 1365w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18215" class="wp-caption-text"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 10px;">Carlos Takahiro Chone, coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e da Cirurgia de Base de Crânio do IOU. Divulgação</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sinais na boca: feridas que não cicatrizam, sangramentos ou caroços</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O câncer de boca pode se manifestar em diversas áreas – língua, gengivas, assoalho bucal, palato duro, lábios e bochechas – mas a língua (sobretudo as bordas laterais) e o assoalho da boca estão entre os locais mais frequentemente afetados.<br />
“Uma ferida que não cicatriza em 15 dias, especialmente em fumantes e homens acima dos 40 anos, já deve ser investigada como possível câncer”, frisa o cirurgião de cabeça e pescoço Dr. Carlos Takahiro Chone, coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e da Cirurgia de Base de Crânio do IOU.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Dr. Chone também destaca que fatores como má higiene bucal, uso de próteses mal ajustadas e alimentação pobre em frutas e legumes também aumentam o risco da doença, que registra cerca de 15 mil novos casos por ano no Brasil. “Infelizmente, 75% a 80% dos pacientes ainda chegam ao sistema de saúde em estágios avançados da doença, o que reduz drasticamente as chances de cura”, pontua.<br />
</span></p>
<figure id="attachment_18214" aria-describedby="caption-attachment-18214" style="width: 268px" class="wp-caption alignright"><a href="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-18214 size-medium" src="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-268x400.jpg" alt="Alfio Tincani, coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Departamento de Cirurgia da Unicamp. Divulgação" width="268" height="400" srcset="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-268x400.jpg 268w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-686x1024.jpg 686w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-201x300.jpg 201w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco-768x1146.jpg 768w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Alfio-Tincani-coordenador-do-Servico-de-Cirurgia-de-Cabeca-e-Pescoco.jpg 800w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" /></a><figcaption id="caption-attachment-18214" class="wp-caption-text"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 10px;">Alfio Tincani, coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Departamento de Cirurgia da Unicamp. Divulgação</span></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   No IOU, além da equipe cirúrgica altamente qualificada, o acompanhamento inclui atuação intensiva de fonoaudiólogos, nutricionistas, dentistas e fisioterapeutas para minimizar sequelas funcionais, como dificuldades na fala, deglutição ou mastigação.<br />
Câncer de tireoide e de pele são silenciosos. Entre os tumores malignos que mais crescem entre as mulheres, o câncer de tireoide chama atenção por ser, muitas vezes, descoberto acidentalmente.<br />
“Na maioria das vezes, o paciente faz um exame de imagem por outro motivo e é identificado um nódulo”, explica o coordenador do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Departamento de Cirurgia da Unicamp. Dr. Alfio Tincani.<br />
O tipo mais comum é o carcinoma papilífero, altamente curável.<br />
“A principal forma de tratamento é a cirurgia, com grandes chances de cura quando o diagnóstico é precoce. Em muitos casos, uma cirurgia parcial já é suficiente”, explica Dr. Tincani.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">      Já o câncer de pele na região da cabeça e pescoço, especialmente em áreas expostas como orelhas, nariz e couro cabeludo, é causado principalmente pela exposição solar sem proteção. “Manchas ou pintas que mudam de cor, crescem, coçam, doem ou sangram devem ser avaliadas por um médico”, salienta. O IOU atende inúmeros casos do tipo e realiza reconstruções complexas quando o diagnóstico tardio exige cirurgias mais extensas.<br />
<strong>Campanha que salva vidas</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Campanhas como o Julho Verde são essenciais para lembrar a população que sinais aparentemente simples, como uma pinta diferente, uma ferida que não cicatriza ou uma rouquidão persistente, podem ser os primeiros alertas de um câncer.<br />
“Informar salva vidas”, reforça o Dr. Agrício Crespo. “Quem vê no começo pode mudar o final.”<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A estrutura oferecida pelo IOU, em parceria com o HC da Unicamp, é uma referência nacional no tratamento desses tumores, tanto pela excelência técnica quanto pelo acesso via SUS.<br />
“Nosso compromisso é garantir que os pacientes tenham acesso ao que há de mais moderno, sem custo, e com uma abordagem humanizada, desde o diagnóstico até a reabilitação”, lembra o Dr. Agrício.<br />
Instituto de Otorrinolaringologia &amp; Cirurgia de Cabeça e Pescoço – IOU, na Unicamp &#8211; Av. José Roberto Magalhães Teixeira, 150 Campinas/SP.</span></p>
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		<item>
		<title>SUS passa a oferecer tratamento integral para pacientes com dermatite atópica</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/sus-passa-a-oferecer-tratamento-integral-para-pacientes-com-dermatite-atopica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sus-passa-a-oferecer-tratamento-integral-para-pacientes-com-dermatite-atopica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (26), que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (26), que o tratamento para pacientes com dermatite atópica passa a ser integral no Sistema Único de Saúde para casos leves, moderados e graves.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A dermatite atópica é uma doença não contagiosa, genética e crônica que causa inflamação na pele, ocasionando lesões, coceiras intensas e até ferimentos pelo ato de coçar-se. É caracterizada principalmente por coceira intensa e pele seca em placas salientes ou com descamação, afeta especialmente as áreas de dobras do corpo, como a parte frontal dos cotovelos, atrás dos joelhos, o pescoço, além da face.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Segundo o MS, o SUS passa a oferecer três novos medicamentos que possibilitará o cuidado desde as fases iniciais até os quadros mais graves da doença.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Passam a ser oferecidas duas pomadas para a pele &#8211; o tacrolimo, uma pomada que garante tratamento de lesões em áreas sensíveis, como o rosto, pois reduz a permeabilidade da pele e melhora a barreira cutânea e o furoato de mometasona &#8211; promove alta adesão ao tratamento por sua eficácia na regeneração da pele sensível, auxiliando na cicatrização e proporcionando alívio rápido e um medicamento oral &#8211; o metotrexato um imunossupressor e atua na modulação da resposta inflamatória.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Segundo informações do Ministério da Saúde, o metotrexato ajuda a controlar as crises da doença e ainda reduz a necessidade do uso contínuo de corticosteroides sistêmicos, que apresentam efeitos colaterais com o uso prolongado.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Prevenção e cuidados com a pele:</strong><br />
– Hidratar a pele todos os dias;<br />
– Usar roupas de algodão ou de tecidos macios, evitando fibras ásperas que provoquem coceira; evitar roupas apertadas;<br />
– Tomar banhos e duchas com água morna, utilizando um sabonete suave ou um produto de higiene sem sabão;<br />
– Secar a pele suavemente com toalha macia, sem esfregar;<br />
– Aplicar um hidratante no máximo 3 minutos depois do banho, para “vedar” a umidade;<br />
– Sempre que possível, evitar mudanças bruscas de temperatura e atividades que provoquem suor;<br />
– Conhecer os fatores que provocam seus sintomas para evitá-los;<br />
– Usar umidificador, caso o tempo esteja seco ou frio;<br />
– Manter curtas as suas unhas (e as de seu filho), para evitar ferir a pele ao se coçar;<br />
– Algumas pessoas com alergias percebem que é útil tirar os tapetes da casa e tratar a caspa dos animais de estimação;<br />
– Se possível, reduzir o estresse de sua vida, fazendo um trajeto mais tranquilo para chegar ao trabalho, procurando um novo emprego, pedindo ajuda em casa, praticando ioga ou meditação;<br />
– Algumas pessoas que sofrem de dermatite atópica são alérgicas a determinados alimentos como, leite, ovos, trigo, soja. Evitar o consumo desses itens pode ajudar;<br />
– Evitar as substâncias irritantes. Elas são encontradas em detergentes, cosméticos, álcool, perfumes. O melhor é utilizar produtos que contém poucas substâncias que possam provocar alergia (hipoalergênicos).<br />
Fonte: Ministério da Saúde</span></p>
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		<title>Campanha de vacinação nas escolas  vai até dia 25 abril</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/campanha-de-vacinacao-nas-escolas-vai-ate-dia-25-abril/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=campanha-de-vacinacao-nas-escolas-vai-ate-dia-25-abril</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 00:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldomomento.com.br/?p=17681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meta é vacinar 30 milhões de alunos, menores de 15 anos, em 110 escolas    ...</p>
<p>O post <a href="https://jornaldomomento.com.br/campanha-de-vacinacao-nas-escolas-vai-ate-dia-25-abril/">Campanha de vacinação nas escolas  vai até dia 25 abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://jornaldomomento.com.br">Jornal do Momento News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Meta é vacinar 30 milhões de alunos, menores de 15 anos, em 110 escolas</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Na sexta-feira, 11 de abril, os ministros da Educação, Camilo Santana, e da Saúde, Alexandre Padilha, realizaram um pronunciamento em rede nacional de abertura da campanha “Vacinação nas Escolas – Ciência e Defesa da Vida” que objetiva vacinar 30 milhões de alunos menores de 15 anos em 110 escolas brasileiras.“Nós estamos mobilizados, todo o Governo Federal, para que cada escola pública do nosso país, em cada município brasileiro, receba as vacinas que vão garantir mais saúde para os nossos estudantes. E, para isso, nós contamos com os estados e municípios, que estarão conosco nesse esforço”, afirmou Camilo Santana. “O Brasil está dando a volta por cima e vamos, de novo, ser campeões do mundo na vacinação. Cada mãe e cada pai brasileiros, que cresceram tendo acesso a todas as vacinas do SUS, sabem da importância da vacina e de que uma criança vacinada é sinônimo de família protegida”, destacou Alexandre Padilha.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  No período de 14 a 25 de abril, os profissionais do SUS, irão as escolas aplicar nos estudantes de até 15 anos vacinas contra febre amarela, tríplice viral e tríplice bacteriana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Os alunos na faixa etária de 5 anos a menores de 15 anos, tomarão também, vacinas contra meningite e HPV, que é o vírus causador do câncer. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A vacinação é realizada na escola em que o aluno estuda e sempre com o consentimento dos familiares ou responsáveis.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</span></p>
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		<item>
		<title>Parkinson: Neurocirurgião da Unicamp detalha sintomas e fala sobre avanços no tratamento</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/parkinson-neurocirurgiao-da-unicamp-detalha-sintomas-e-fala-sobre-avancos-no-tratamento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parkinson-neurocirurgiao-da-unicamp-detalha-sintomas-e-fala-sobre-avancos-no-tratamento</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldomomento.com.br/?p=17612</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião funcional e pesquisador da Unicamp, destaca a necessidade de um olhar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião funcional e pesquisador da Unicamp, destaca a necessidade de um olhar empático para os sintomas não motores da condição</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Parkinson é amplamente associado ao tremor, mas há outros sintomas que ultrapassam os distúrbios motores e impactam significativamente a qualidade de vida dos pacientes: fadiga intensa, dores crônicas, alterações cognitivas, dificuldades emocionais e alterações autonômicas podem estar associadas à doença, mas são frequentemente subestimadas pelos profissionais da saúde e pela sociedade, embora representem um comprometimento na autoestima e autonomia dos pacientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião funcional e pesquisador da Disciplina de Neurocirurgia na Unicamp, alerta que sintomas como constipação intestinal, quedas de pressão, dificuldades de fala e problemas posturais muitas vezes passam despercebidos ou são confundidos com outras condições, retardando um diagnóstico preciso.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A avaliação clínica não deve se limitar aos sintomas motores, uma vez que os sinais não motores podem ser igualmente debilitantes”, afirma. A identificação precoce e o tratamento adequado das manifestações não motoras são indispensáveis para o acompanhamento desses pacientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A doença afeta 1% da população mundial com mais de 65 anos, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   </span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, a estimativa é de que aproximadamente 200 mil pessoas vivam com a condição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A importância do acompanhamento e a evolução da doença</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A progressão do Parkinson varia de paciente para paciente. Enquanto alguns permanecem estáveis por décadas, outros podem experimentar uma evolução acelerada. “Pacientes mais jovens, na faixa dos 50 anos, costumam sofrer mais impacto na rotina, pois ainda estão no mercado de trabalho e enfrentam desafios como tremores em situações profissionais”, explica o Dr. Valadares. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A perda da independência, a dificuldade em planejar viagens e a impossibilidade de realizar tarefas cotidianas podem gerar um forte impacto emocional. Não por acaso, depressão e ansiedade são frequentes entre os pacientes. “Estima-se que cerca de 50% dos pacientes apresentem quadros de depressão e até 20% desenvolvam depressão severa”, aponta o médico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Para garantir um atendimento eficaz, profissionais de múltiplas áreas da saúde devem adotar uma escuta ativa e promover um espaço onde os pacientes se sintam confortáveis para relatar as dificuldades. Segundo o neurocirurgião, a empatia aliada a uma anamnese detalhada, permite compreender melhor os impactos subjetivos da doença. “Muitas vezes, o que mais aflige o paciente não é o tremor ou a rigidez, mas sim as limitações que afetam sua independência e bem-estar emocional. Compreender essa dimensão exige tempo e um acompanhamento mais próximo”, destaca. Ele ressalta, ainda, que um tratamento eficiente deve ser multidisciplinar incluindo apoio psicológico, fisioterapia e fonoaudiologia (quando necessário).</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O desafio estrutural e a necessidade de políticas públicas eficazes</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A falta de infraestrutura disponível para o tratamento é um dos grandes desafios no Brasil. “Nos grandes centros urbanos, há hospitais de referência do SUS que oferecem com excelência o suporte necessário, mas, nas cidades menores, o acesso a profissionais capacitados e a terapias complementares, ou até mesmo cirurgias que poderiam beneficiar o indivíduo ainda é extremamente limitado”, alerta o Dr. Valadares.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Além desta carência, a distribuição irregular de medicamentos prejudica consideravelmente o tratamento. “O desabastecimento de medicamentos é um problema recorrente. Uma fiscalização mais rigorosa e um planejamento mais eficiente ajudariam a garantir a continuidade do tratamento”, esclarece.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A acessibilidade também representa um grande obstáculo. “As leis sobre o tema ainda são falhas e, muitas vezes, não aplicadas. O simples ato de caminhar pelas ruas pode ser uma experiência desagradável para quem tem limitações motoras, devido às barreiras urbanísticas”, observa o médico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Por outro lado, há avanços, como a isenção do imposto de renda para aposentados e pensionistas diagnosticados com Parkinson &#8211; embora essa medida não contempla aqueles que ainda estão em atividade profissional. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Necessidade de inclusão e suporte</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Os impactos menos evidentes do Parkinson nem sempre são reconhecidos, tornando o diagnóstico e o tratamento mais complexos. Muitos pacientes enfrentam dificuldades para manter suas atividades laborais, seja por preconceito ou pela necessidade de adaptação às novas condições impostas pela doença. As famílias também sentem os reflexos da doença, e muitas vezes assumem o papel de cuidadoras sem o suporte adequado, o que gera sobrecarga emocional e financeira.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Se quisermos melhorar o suporte aos pacientes com Parkinson, precisamos ampliar nossa compreensão sobre a doença e reconhecer suas múltiplas dimensões. O manejo deve ir além do controle dos sintomas motores, promovendo o bem-estar geral do paciente e permitindo que ele continue participando ativamente da sociedade”, reflete o neurocirurgião. Para ele, uma abordagem integrada e humanizada, políticas públicas abrangentes, ambientes de trabalho acessíveis e fomento às iniciativas que permitam a inclusão dos pacientes na vida social e profissional são fundamentais para essa doença.</span></p>
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