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	<title>Arquivos Notícias &#8902; Jornal do Momento News</title>
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	<title>Arquivos Notícias &#8902; Jornal do Momento News</title>
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		<title>Estatuto Digital  da Criança e do Adolescente é um marco na proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 21:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>   Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Entrou em vigor nesta terça-feira (17), o ECA...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Entrou em vigor nesta terça-feira (17), o ECA Digital que obriga empresas de tecnologia da informação e redes sociais a adotarem ferramentas de controle parental e verificação de idades dos usuários. Obriga também as empresas a remover imediatamente os conteúdos relacionados a exploração sexual infantil e abuso de crianças e adolescentes, incitação a violência física, uso de drogas, conteúdo pornográfico, suicídio, sequestro, automutilação, jogos de azar e a notificarem as autoridades competentes do Brasil e quando necessário do exterior.<br />
Com a obrigatoriedade de excluir imediatamente conteúdos nocivos, checar a idade dos usuários e oferecer as ferramentas para controle parental, o ambiente virtual torna-se um pouco mais seguro para os usuários menores de 16 anos de idade. A partir de agora, as contas de menores de 16 anos terão que ser vinculadas a de um responsável, que poderá bloquear a comunicação com adultos não autorizados, limitar recursos que incentivem o uso excessivo, controlar sistemas de recomendação e restringir o compartilhamento da geolocalização, entre outras ações.<br />
As empresas tiveram seis meses para se adaptarem a Lei 2.628/2022 de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB/SE) que foi criada em resposta a adultização de crianças em plataformas online e sancionada em 2025.<br />
As empresas que não cumprirem as exigências da lei, ficarão sujeiras a pagar multas de até 10% do faturamento, se não houver faturamento, a multa pode variar de R$ 10 a R$ 1 mil por usuário cadastrado no provedor punido, com limite máximo de R$ 50 milhões. As empresas de tecnologia da informação também poderão sofrer suspensão temporária e até serem proibidas de exercer atividades. Para evitar precisam se adaptar a nova lei de segurança digital.<br />
Nesta quarta-feira (18), durante as assinaturas de três decretos para criar um centro nacional para receber denúncias e combater crimes informados pelas plataformas digitais e que estruturam agência para as novas normas, o presidente Lula declarou: “Estamos colocando em vigor uma das legislações mais avançadas do mundo para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital”, e esclareceu “Essa é uma lei que vai garantir a segurança de crianças e adolescentes online e a tranquilidade das famílias brasileiras. O que queremos também é ter jovens capazes de usufruir do que a internet tem de bom e de melhor, mas com toda a proteção que eles ainda precisam” declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</span></p>
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		<title>Nova Lei da Fibromialgia garante direitos a milhões de brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação/Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença que afeta cerca de 6 milhões de pessoas no país agora é reconhecida como...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Doença que afeta cerca de 6 milhões de pessoas no país agora é reconhecida como deficiência, abrindo caminho para benefícios como filas e vagas preferenciais; especialista explica o passo a passo para obter a identificação</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   No mês do Fevereiro Roxo, campanha de conscientização sobre Lúpus, Alzheimer e Fibromialgia, pacientes que convivem com a doença recebem uma notícia aguardada. A recente regulamentação da lei que reconhece a Fibromialgia como deficiência representa um marco para os cerca de 6 milhões de brasileiros, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Reumatologia, que convivem com a condição. A medida transfere o foco da discussão para além da patologia e cria um guia de serviços prático para o dia a dia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O reconhecimento legal valida o impacto funcional da doença, uma condição muitas vezes invisível, caracterizada por dor crônica, fadiga, alterações de sono e dificuldades cognitivas. Com a nova classificação, pacientes com comprometimento funcional comprovado passam a ter acesso a direitos que podem transformar sua rotina, como o uso de filas preferenciais e vagas de estacionamento reservadas.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Do ponto de vista médico, o reconhecimento da fibromialgia como uma deficiência representa um avanço importante porque valoriza o impacto funcional real da doença. Socialmente, a regulamentação permite que pacientes que realmente apresentam comprometimento funcional relevante tenham acesso a direitos e serviços públicos, trazendo mais dignidade e reduzindo a vulnerabilidade dessas pessoas”, explica Gabriel Caetano, reumatologista e professor do curso de Medicina da UniCesumar.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para auxiliar os pacientes, o especialista detalha o passo a passo para obter a identificação e usufruir dos benefícios:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O primeiro ponto é solicitar a identificação correta: como a fibromialgia é uma “deficiência oculta” e não uma doença rara, o instrumento mais indicado é o Cordão de Girassol, que sinaliza a necessidade de suporte e atendimento prioritário, em vez da Carteira de Identificação da Pessoa com Doença Rara (CIPDR).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O documento central para a solicitação é um laudo médico detalhado. “O laudo deve atestar o diagnóstico, a evolução do quadro e as repercussões funcionais da doença”, orienta o reumatologista. Além dele, são necessários documentos de identificação (RG e CPF), comprovante de residência e exames recentes que ajudem a contextualizar a condição do paciente.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O local para dar entrada no pedido varia conforme o benefício desejado. Para obter o Cordão de Girassol, o paciente deve procurar um CRAS, UBS ou o órgão municipal responsável pela política da pessoa com deficiência. Já para benefícios previdenciários, como o BPC/LOAS, o caminho é o INSS, enquanto isenções fiscais e o direito a vagas de estacionamento devem ser pleiteados junto ao DETRAN e às secretarias da fazenda estaduais ou municipais.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Na prática, a principal vantagem desses instrumentos é tornar visível uma limitação que não é aparente, facilitando o acesso imediato a direitos no dia a dia, como atendimento prioritário em filas e, em alguns contextos, o uso de vagas de estacionamento destinadas a pessoas com deficiência”, complementa o professor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Além do diagnóstico: o caminho do cuidado</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O especialista reforça que, antes mesmo dos direitos, o paciente tem um papel ativo em seu tratamento, que inclui adesão à medicação, prática de atividade física supervisionada e cuidado com a saúde mental.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A primeira recomendação é entender que o diagnóstico não marca um ponto final, mas o início de um processo de cuidado ativo. Os direitos passam a ter um papel importante não como instrumento de acomodação, mas como ferramentas para favorecer a recuperação funcional. Quando tratamento e direitos caminham juntos, o objetivo deixa de ser apenas conviver com a dor e passa a ser retomar funcionalidade, dignidade e protagonismo na própria vida”, finaliza Caetano.</span></p>
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		<title>Aldeias Infantis SOS alerta para cuidados com crianças durante o Carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom Aldeias Infantis SOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 17:24:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Verão Bem Cuidar mobiliza famílias e sociedade para prevenir acidentes, desaparecimentos e situações de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Campanha Verão Bem Cuidar mobiliza famílias e sociedade para prevenir acidentes, desaparecimentos e situações de violência infantil em áreas de grande aglomeração</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Durante a época de Carnaval, a combinação de altas temperaturas do Verão com feriado prolongado aumenta a circulação de pessoas em praias, parques, praças, clubes e outros espaços de uso coletivo. Esse contexto de grandes aglomerações, embora associado ao lazer e ao descanso, também amplia significativamente os riscos a que crianças e adolescentes estão expostos, como acidentes evitáveis, afogamentos, situações de violência e episódios de crianças perdidas ou desaparecidas.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Diante desse cenário, a Aldeias Infantis SOS, organização global que lidera o maior movimento de cuidado do mundo, lançou a campanha Verão Bem Cuidar, com o objetivo de alertar, orientar e mobilizar pais, mães, responsáveis, cuidadores e a sociedade em geral para a importância da atenção constante e do cuidado redobrado com crianças durante a estação de verão, que abrange o Carnaval. A iniciativa reforça que a prevenção é uma ferramenta essencial para garantir que o verão seja um tempo de diversão segura, proteção e bem-estar para todos.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A relevância da campanha é evidenciada por dados recentes. Informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que cerca de 20 mil crianças e adolescentes desaparecem todos os anos no Brasil. Já um levantamento realizado pela Aldeias Infantis SOS, com base em dados do DataSUS, revela um cenário igualmente preocupante: somente em 2023, quase 4 mil crianças morreram em decorrência de causas acidentais, e, em 2024, mais de 120 mil crianças precisaram ser internadas por acidentes evitáveis, em decorrência de queda, afogamento, sufocação e outros tipos de acidentes que poderiam ter sido prevenidos com medidas simples de cuidado e supervisão adequada.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A campanha nasce da urgência de lembrarmos que o cuidado com as crianças não pode entrar em recesso. Em ambientes com grande circulação de pessoas, a atenção precisa ser contínua, compartilhada e responsável. Pequenos descuidos podem resultar em consequências graves, muitas vezes irreversíveis”, alerta Michéle Mansor, psicóloga, especialista em direitos humanos e gerente Nacional de Desenvolvimento Programático da Aldeias Infantis SOS.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para Michele, a campanha também destaca que a proteção infantil é uma responsabilidade coletiva. “Em espaços públicos, o olhar atento de qualquer adulto pode fazer a diferença para prevenir situações de risco, identificar sinais de perigo e agir rapidamente em casos de emergência. O envolvimento da comunidade, portanto, é fundamental para a construção de ambientes mais seguros e protetores para as nossas crianças e adolescentes”, explica.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A Organização está disponibilizando materiais informativos com orientações práticas e dicas essenciais de prevenção, abordando temas como segurança em ambientes aquáticos, cuidados em locais de grande aglomeração, prevenção de acidentes domésticos e a importância da supervisão constante. Os conteúdos foram desenvolvidos para apoiar famílias e cuidadores na adoção de atitudes simples, mas eficazes, capazes de salvar vidas.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A conscientização é o primeiro passo para a prevenção. Quando famílias e sociedade se informam e se engajam, criamos uma rede de proteção mais forte, capaz de reduzir riscos e garantir que crianças possam viver plenamente seu direito ao lazer, à segurança e ao cuidado”, reforça Michéle Mansor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A campanha Verão Bem Cuidar segue até 20 de março, data que marca oficialmente o fim da temporada de verão no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sobre a Aldeias Infantis SOS</strong></span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  A Aldeias Infantis SOS é a maior organização não-governamental do mundo dedicada a apoiar crianças e jovens sem cuidados parentais ou em risco de perdê-los.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A negligência, o abuso e o abandono infantil estão presentes em toda parte. As famílias correm o risco de se separarem. Liderados localmente, a Aldeias Infantis SOS está presente em mais de 130 países e territórios, onde trabalha para fortalecer as famílias sob pressão, de modo a permitir que permaneçam unidas. Quando isso não for do interesse da criança ou do jovem, a Organização oferece cuidados de qualidade, de acordo com as suas necessidades específicas.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Em colaboração com parceiros, doadores, comunidades, crianças, jovens e famílias, a Aldeias Infantis SOS garante que as crianças cresçam com os laços de que necessitam para se desenvolverem e se tornarem a melhor versão de si mesmas. A Organização defende os direitos de cada criança e promove mudanças para que todas possam crescer num ambiente acolhedor.</span></p>
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		<item>
		<title>Todos por todas: Líderes dos Três Poderes assinam Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/todos-por-todas-lideres-dos-tres-poderes-assinam-pacto-nacional-brasil-contra-o-feminicidio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=todos-por-todas-lideres-dos-tres-poderes-assinam-pacto-nacional-brasil-contra-o-feminicidio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Olá Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação conjunta visa combater crime responsável pela morte de quatro mulheres por dia em 2025...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Ação conjunta visa combater crime responsável pela morte de quatro mulheres por dia em 2025</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; “Lutar contra o feminicídio e todas as formas de violência contra as mulheres deve ser responsabilidade de toda a sociedade. Mas, principalmente e especialmente, dos homens”, afirmou o Presidente Lula sobre a prevenção e combate ao Feminicídio, durante a assinatura do Pacto Nacional contra o Feminicídio nesta quarta-feira (4), no Palácio do Planalto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Presidente Lula também alertou sobre a omissão social na perpetuação da violência doméstica: “É inaceitável que mulheres continuem sendo espancadas e assassinadas todos os dias sob o olhar de uma sociedade que peca por omissão. Que se cala diante de cenas cotidianas de abuso e violência. É preciso deixar bem claro: qualquer sinal de maus tratos na rua, gritos na vizinhança, abusos e intolerância no ambiente de trabalho, cada gesto de violência, é um feminicídio anunciado. Não podemos nos calar. Não podemos mais nos omitir e fingir que não temos nada a ver com isso”, reforçou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A primeira-dama Janja Lula da Silva discursou contra a banalização da violência contra as mulheres, por respeito e pela vida. “O ciclo de violência contra as mulheres e o feminicídio viraram regra. A banalização do corpo feminino, ensanguentado, mutilado, arrastado pelo asfalto, queimado e jogado do alto de um prédio é inaceitável para um país que vive em pleno desenvolvimento e é reconhecido internacionalmente por suas políticas públicas”, enfatizou e chamou os homens para o combate. “Estamos exaustas, mas não estamos desistindo e jamais desistiremos da vida de nenhuma de nós. Por isso pedimos que vocês, homens, estejam ao nosso lado. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas e queremos vocês, homens, nessa luta ao nosso lado. Todos por todas”, convocou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Unidos na causa, os Três Poderes – Governo do Brasil, Congresso Nacional e Poder Judiciário – objetivam combater a escalada de violência de gênero no país através do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, acelerando o cumprimento de medidas protetivas, fortalecendo redes de enfrentamento à violência em todo o território nacional, ampliando ações educativas e responsabilizando os agressores de meninas e mulheres.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Durante o evento foi assinado o decreto que cria o Comitê Interinstitucional de Gestão, coordenado pela Presidência da República e formado por um colegiado com representantes dos Três Poderes com participação permanente de Ministérios Públicos e Defensorias Públicas, assegurando acompanhamento contínuo, articulação federativa e transparência. Pelo Executivo, integram o comitê Casa Civil, Secretaria de Relações Institucionais e os ministérios das Mulheres e da Justiça e Segurança Pública.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para a secretária de Relações Institucionais e ministra Gleisi Hoffmann a assinatura do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio é um marco histórico no combate ao machismo, a violência e pela preservação da vida de meninas e mulheres.“Hoje é um dia para entrar na história. A violência contra meninas e mulheres não pode e não deve ser vista com naturalidade, embora esteja enraizada na formação histórica machista, patriarcal e injusta da sociedade. Usaremos de toda a nossa estrutura para atingir esse objetivo. Cabe a cada um e a cada uma de nós trabalhar cada vez mais para transformar este pacto em realidade pelos direitos, pela igualdade e pela vida das meninas e das mulheres”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin declarou que a justiça vai avançar e que será mais rápida no julgamento. “ O feminicídio é uma violação de direitos humanos que deve ser repudiada, punida e erradicada da vida social”, enfatizou. “Não haverá igualdade e liberdade de fato para todas as pessoas enquanto as meninas e mulheres brasileiras precisarem conviver todos os dias com a perspectiva de serem vítimas dessa violência. É preciso prevenir, responsabilizar e proteger. E observou “A verdadeira paz não nasce do medo e do silêncio, mas floresce quando há proteção, liberdade e dignidade”.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Diante do fato de em 2025, o Brasil ter registrado a média de quatro mulheres assassinadas por dia, o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota declarou: “É inconcebível que permitamos que esses números continuem a acontecer. Mais do que assinar um documento, temos que ter a capacidade de agir e de enfrentar uma agenda que passa pelo endurecimento das leis, pela ação do Estado. Governo Federal, estados e municípios coibindo, através das nossas forças de segurança e respondendo de forma imediata a quem agir dessa forma, seja na violência contra a mulher, seja cometendo qualquer outro tipo de crime”.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para o Presidente do Congresso Nacional e Senado Federal, Davi Alcolumbre as instituições darão, a partir de agora, uma resposta firme aos casos de violência contra as mulheres. “O feminicídio é o lado mais cruel de uma violência que atravessa todos os dias a vida de milhares de mulheres brasileiras. É uma chaga aberta na sociedade brasileira e, como tal, deve ser tratado como problema de Estado e não de governo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Segundo dados do Sistema de Justiça, em 2025 foram julgados em média, 42 casos de feminicídio por dia, totalizando 15.453 julgamentos, um aumento de 17% em relação 2024. No mesmo período, foram concedidas 621.202 medidas protetivas, o equivalente a 70 por hora, segundo o Conselho Nacional de Justiça. Já a Central de Atendimento à Mulher, Ligue 180, coordenado pelo Ministério das Mulheres, registrou, em média, 425 denúncias no ano passado.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Pontos importantes do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Medidas protetivas mais rápidas e que funcionem de verdade.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Menos tempo entre a denúncia e a proteção efetiva da mulher. A ideia é que decisões judiciais, polícia, assistência social e rede de acolhimento passem a agir de forma coordenada, sem “empurra-empurra”.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Estado inteiro olhando para o mesmo caso<br />
</span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Executivo, Legislativo e Judiciário e órgãos de controle compartilham informações e acompanham os casos de forma integrada, do pedido de ajuda até o desfecho, reduzindo falhas que hoje colocam mulheres em risco.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Mais prevenção antes da violência virar morte<br />
</span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Capanhas permanentes, educação para direitos, capacitação de agentes públicos e ações para mudar a cultura de violência — inclusive envolvendo homens como parte da solução. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Agressores responsabilizados com mais rapidez</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Processos mais céleres, menos impunidade e respostas mais firmes a quem descumpre medidas protetivas ou comete violência. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Atenção especial a quem corre mais risco</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Foco em mulheres negras, indígenas, quilombolas, periféricas, do campo, com deficiência, jovens, idosas e moradoras de áreas remotas ou em maior vulnerabilidade. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Resposta a novas formas de violência.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Enfrentamento da violência digital, como perseguição, ameaças e exposição online, que muitas vezes antecedem agressões físicas. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Cobrança pública de resultados. Relatórios periódicos, metas e prestação de contas: o pacto não fica só no anúncio — ele cria obrigação de mostrar o que está funcionando e o que precisa mudar. Fonte: Secom/PR</span></p>
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		<title>Mais de 13 milhões de pessoas vivem com Diabetes no Brasil</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/mais-de-13-milhoes-de-pessoas-vivem-com-diabetes-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mais-de-13-milhoes-de-pessoas-vivem-com-diabetes-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 18:56:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como armazenar a insulina e manusear as canetas descartáveis e reutilizáveis disponibilizadas gratuitamente pelo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Saiba como armazenar a insulina e manusear as canetas descartáveis e reutilizáveis disponibilizadas gratuitamente pelo SUS</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">      Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, 6,9% dos brasileiros, mais de 13 milhões de pessoas vivem com diabetes no Brasil, sendo que cerca de 90% dos casos são do tipo 2.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     De acordo com especialistas, a Diabete é causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, que é o hormônio que regula a glicose no sangue e transforma em energia para as células do organismo. As altas taxas de glicemia (açúcar), pode levar a complicações nos rins, coração, artérias, nervos, a cegueira e até a morte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Ainda de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença pode se apresentar de diversas formas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">      A <strong>Diabetes tipo 1</strong> é hereditária, o pico ocorre em crianças e adolescentes, entre 10 e 14 anos, é caracterizada pela destruição das células do pâncreas (beta-pancreáticas) responsáveis pela produção e secreção de insulina, o que resulta em uma deficiência na secreção deste hormônio no organismo.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A <strong>Diabetes tipo 2</strong> ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida, é causada por sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e má alimentação. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Antes de se tornar diabética a pessoa recebe sinais do corpo, é importante levar a sério e se cuidar, pois ainda há tempo de evitar a doença quando os níveis de glicose no sangue estão elevados mas não o suficiente para ser diabetes, que é considerado pré-diabetes, mais comum em quem está obeso.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Independente do tipo de diabetes, o tratamento é essencial e exige o uso diário de insulina e só o médico pode prescrever a dosagem para regular os níveis de glicose no sangue.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O medicamento, mais conhecido como as canetas de insulina, é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Desde março deste ano, além das canetas descartáveis, o SUS está oferecendo também, as reutilizáveis para os tipos NPH e regular, com validade de três anos após o primeiro uso. E para assegurar o uso e manuseio correto das canetas, o SUS desenvolveu uma cartilha com orientações para profissionais de saúde e pacientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    De acordo com o Ministério da Saúde, a caneta reutilizável para aplicação de insulina proporciona mais conforto ao paciente durante o tratamento da diabetes. Com menor impacto ambiental, o dispositivo oferece precisão na dosagem, facilidade na aplicação, agulhas finas e tubetes removíveis. Ainda de acordo como o MS, foram encaminhadas a rede pública, até agosto deste ano, mais de 2,1 milhões de canetas reutilizáveis. O novo modelo é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A caneta é refil e não deve ser jogada fora. O que é jogado fora é o tubete, quando a insulina de dentro acabar. Ela tem validade de 3 anos, após o primeiro uso, portanto, marque a data do primeiro uso na caixa.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Como usar, segundo orientação do MS: </span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     Primeiro tire a tampa, tire o suporte do tubete e insira o tubete. Depois feche sem rosquear, apenas encaixe e dê um leve giro sem fazer força. Depois disso, você só precisa abrir essa parte quando a insulina terminar e for necessário trocar o tubete.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Pegue a agulha, encaixe e rosqueie até o final, certifique-se que a agulha está bem firme. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Retire a tampa externa e a tampa interna, selecione duas unidades de insulina e aperte até o final. Repita o procedimento até ver que o produto está saindo pela ponta. Com a agulha voltada para cima, dê leves batidas para que qualquer bolha de ar, suba para a ponta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Para aplicar, selecione a dose prescrita pelo seu médico, pegue no local da aplicação, insira a agulha e aperte o botão até o final, espere dez segundos para ter certeza que a dose foi totalmente injetada e retire a agulha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Depois, pegue a tampa externa da agulha, coloque e retire a agulha, para evitar contaminação ou bolhas de ar. Coloque a tampa novamente e guarde em local seco, fresco e longe de luz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Coloque a agulha usada e o tubete vazio em um pote ou garrafa pet e depois leve ao posto de saúde para um descarte correto.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Diferença entre as canetas e modo de armazenamento, segundo material de orientação do Ministério da Saúde:</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Canetas descartáveis</strong> &#8211; já vem preenchida, com um tubete/ carpule de insulina fixo, quando a insulina acaba a caneta deve ser colocada em um recipiente (garrafa) de plástico e levada a UBS para o descarte correto. A dose pode ser ajustada de 1 a 60 unidades, de acordo com a prescrição médica para cada paciente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Canetas reutilizáveis</strong> &#8211; Cada tubete/carpule contém 300 unidades de insulina e cada tubete/carpule dura aproximadamente um mês, permite ajuste da dose de acordo com a orientação médica e quando a insulina acaba a pessoa deve descartar apenas o tubete/carpule vazio e a caneta será recarregada com um novo tubete/carpule.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O modo de armazenamento das duas canetas é o mesmo. Enquanto fechada, o armazenamento recomendado é na geladeira, 2ºC a 8ºC. Para evitar desconforto o MS recomenda que tire da geladeira 30 minutos antes da aplicação. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Depois de aberta, manter na embalagem original, em temperatura ambiente, abaixo de 30ºC, longe da luz e por no máximo 6 semanas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Importante: </span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Sempre consulte um médico, siga as prescrições corretas de dosagem da medicação e sempre peça mais orientações de armazenamento e manuseio do medicamento ao receber. Fonte: Ministério da Saúde</span></p>
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		<title>Como cuidar do cérebro em cada fase da vida para evitar o risco de demência</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/como-cuidar-do-cerebro-em-cada-fase-da-vida-para-evitar-o-risco-de-demencia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-cuidar-do-cerebro-em-cada-fase-da-vida-para-evitar-o-risco-de-demencia</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 16:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neurocirurgião da Unicamp explica como atitudes em diferentes momentos da vida influenciam a saúde cerebral...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Neurocirurgião da Unicamp explica como atitudes em diferentes momentos da vida influenciam </span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">a saúde cerebral e podem prevenir até 40% dos casos de demência, segundo estudos</span></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O cérebro humano começa a envelhecer muito antes dos primeiros sinais de demência. Embora essa condição esteja associada à terceira idade, as estratégias mais eficazes para preveni-la devem ser adotadas ao longo de toda a vida. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">De acordo com a Comissão Lancet sobre Demência, de 2020, cerca de 40% dos casos poderiam ser evitados ou adiados por meio da modificação de 12 fatores de risco &#8211; muitos deles presentes desde a infância até a meia-idade, como estímulo cognitivo, cuidados com a saúde cardiovascular, metabólica e mental, hábitos de vida e ambiente externo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo. A projeção é de que esse número triplique até 2050. O neurocirurgião funcional e pesquisador na Unicamp Dr. Marcelo Valadares, que atua no tratamento de doenças neurodegenerativas, explica que a demência não é um evento repentino e reforça que o cérebro pode ser treinado e protegido ao longo da vida. “O desencadeamento do quadro é resultado de anos de exposição a fatores de risco. O cérebro precisa ser cuidado desde cedo para chegar aos 80 anos ou mais com boa memória e lucidez”, alerta o médico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Infância e adolescência</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A infância compreende o período de maior plasticidade cerebral. Um bom desenvolvimento neurológico depende de nutrição, ambiente afetivo e estímulo à aprendizagem. O baixo nível de escolaridade é o maior fator de risco modificável identificado pela Comissão Lancet. Crianças expostas a estímulos intelectuais, leitura e resolução de problemas tendem a formar uma “reserva cognitiva” maior. “Quanto mais estímulo intelectual e afetivo uma criança recebe, maior será sua capacidade de lidar com lesões e declínios no futuro”, afirma o doutor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Além disso, alimentação equilibrada e sono de qualidade também são primordiais nessa fase. Um estudo da Harvard Medical School (2021) adolescentes que dormem mal podem ter alterações em partes do cérebro ligadas à memória e ao raciocínio. Essas mudanças podem diminuir a capacidade do cérebro de se proteger contra perdas com o passar dos anos, o que pode aumentar o risco de demência no futuro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Vida adulta</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Até a faixa dos 60 anos, os principais fatores de risco para demência estão relacionados ao estilo de vida. Comportamentos como o sedentarismo, a alimentação inadequada e o consumo excessivo de álcool ou cigarro se instalam, ao mesmo tempo em que condições como hipertensão, diabetes e obesidade podem surgir ou se agravar sem sintomas perceptíveis, afetando silenciosamente a vitalidade do cérebro.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Obesidade, hipertensão, diabetes e o consumo excessivo de álcool ou cigarro não costumam causar sintomas imediatos no cérebro, mas afetam sua nutrição, a qualidade da circulação sanguínea e o equilíbrio inflamatório do organismo. Essas alterações, quando não controladas, prejudicam a circulação no cérebro, aumentam a inflamação no organismo e aceleram o desgaste de regiões ligadas à memória e à tomada de decisões. “A longo prazo, essas pequenas negligências diárias podem se somar em perdas cognitivas relevantes. Mudanças de hábito no presente podem preservar a autonomia e a clareza mental no futuro”, explica o neurocirurgião.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Ainda nessa fase, a sobrecarga emocional, estresse crônico e a sensação de isolamento afetam diretamente o equilíbrio químico do cérebro. Por isso, preservar vínculos sociais, manter o interesse por aprender coisas novas e buscar formas de movimentar o corpo são atitudes que funcionam como investimento para o envelhecimento. Um estudo publicado na revista Neurology (2023) apontou que adultos que se mantêm intelectualmente ativos, com leitura, cursos ou novos aprendizados, têm menor risco de desenvolver demência, mesmo com predisposição genética.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Terceira idade</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Mesmo na terceira idade, ainda há muito que pode ser feito para manter a mente ativa e adiar o avanço da demência. O desafio para os idosos é manter a funcionalidade cognitiva e física diante das transformações naturais do envelhecimento.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Manter-se ativo fisicamente, mesmo com limitações, é um dos pilares da prevenção. Além disso, o acompanhamento de quadros como perda auditiva, depressão e doenças cardiovasculares deve ser intensificado. “Ficar isolado, sem propósito ou sem conversa, faz o cérebro envelhecer mais rápido”, destaca o Dr. Marcelo. Fatores externos também afetam silenciosamente os idosos. A exposição cumulativa à poluição atmosférica, comum nas grandes cidades, e histórico de traumatismo craniano que pode deixar cicatrizes neurológicas que se tornam mais visíveis na velhice, tendem a enfraquecer as defesas do cérebro ou desencadear processos degenerativos de forma silenciosa. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A interação de diferentes estímulos é o que mais fortalece o cérebro”, recomenda o médico. Um estudo clínico FINGER, conduzido com idosos em situação de risco (2015), demonstrou que a combinação de alimentação saudável, exercícios, treino cognitivo e controle clínico reduziu em até 30% o declínio cognitivo em apenas dois anos de acompanhamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Sobre o Dr. Marcelo Valadares:</span></strong><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Dr. Marcelo Valadares é médico neurocirurgião e pesquisador da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A Neurocirurgia Funcional é a sua principal área de atuação. Seu enfoque de trabalho é voltado às cirurgias de neuromodulação cerebral em distúrbios do movimento, cirurgias menos invasivas de coluna (cirurgia endoscópica da coluna), além de procedimentos que envolvem dor na coluna, dor neurológica cerebral e outros tipos de dor.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O especialista também é fundador e diretor do Grupo de Tratamento de Dor de Campinas, que possui uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">No setor público, recriou a divisão de Neurocirurgia Funcional da Unicamp, dando início à esperada cirurgia DBS (Deep Brain Stimulation – Estimulação Cerebral Profunda) naquela instituição. Estabeleceu linhas de pesquisa e abriu o Ambulatório de Atenção à Dor afiliado à Neurologia. </span></p>
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		<title>Paiva Netto, Jornalista e presidente da LBV, morre aos 84 anos no Rio e será velado em São Paulo</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/paiva-netto-jornalista-e-presidente-da-lbv-morre-no-rio-e-sera-velado-em-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=paiva-netto-jornalista-e-presidente-da-lbv-morre-no-rio-e-sera-velado-em-sao-paulo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 13:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Olá Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jornalista, escritor, radialista, compositor, Presidente da LBV e criador do Fórum Mundial Espírito e Ciência,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Jornalista, escritor, radialista, compositor, Presidente da LBV e criador do Fórum Mundial Espírito e Ciência, voltado à aproximação entre saber científico e tradições espirituais, José de Paiva Netto foi um dos principais divulgadores do Evangelho-Apocalipse</span></em></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong><em>&#8220;Jesus é a Divina Liderança das Almas livres&#8221;. Paiva Netto</em></strong></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Riselda Morais</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A equipe Paiva Netto, comunicou na manhã desta terça-feira (7), através de nota, a morte do presidente das instituições da Legião da Boa Vontade, José de Paiva Netto, aos 84 anos, no Rio de Janeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8220;Com profundo respeito e gratidão, comunicamos que retornou a Grande Pátria Espiritual, o jornalista, radialista, escritor, presidente das Instituições da Boa Vontade, nosso querido irmão Paiva&#8221;. A nota lembra que a data de hoje, é uma data importante para a instituição pois completa-se 52 anos da Proclamação da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo e diz: </span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8220;Sua jornada luminosa prosseguirá agora no Mundo da Verdade, levando consigo suas Obras  de Fé Realizante, singularizadas numa existência dedicada ao Bem&#8221;, diz a nota. </span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong><em>&#8220;Quem faz Caridade, persistindo nela, recebe de Deus a Caridade Dele, ou seja, Sua Infinita Misericórdia&#8221;, Paiva Netto</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Paiva Netto estava internado no Hospital Pró-cardíaco no Rio de Janeiro e o corpo será trasladado para São Paulo, onde receberá nesta quarta-feira (8) as últimas homenagens em cerimônia aberta ao público. A família ainda não divulgou a causa mortis e nem o local da cerimônia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Dos 84 anos vividos, Paiva Netto dedicou 69 as obras ecumênicas e 54 anos as Instituições da Boa Vontade, onde teve sua liderança reconhecida até pelas Organizações da Nações Unidas (ONU).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Com a presidência de Paiva Netto,  a LBV se destacou com seus projetos de assistência Social, educação cidadã e comunicação. Sua equipe dará continuidade as suas obras. &#8220;Não haverá interrupção alguma: as Obras seguem vivas, pulsantes e fortalecidas&#8221;, afirma a equipe Paiva Netto em nota.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>&#8220;Deus semeia seu Amor onde as Suas criaturas existirem. Agora depende delas cultivá-lo ou não&#8221;. Paiva Netto</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprovado na Câmara projeto sobre   proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/aprovado-na-camara-projeto-sobre-protecao-de-criancas-e-adolescentes-em-ambientes-digitais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aprovado-na-camara-projeto-sobre-protecao-de-criancas-e-adolescentes-em-ambientes-digitais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 21:09:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldomomento.com.br/?p=18388</guid>

					<description><![CDATA[<p>PL da Adultização prevê que quem descumprir as regras poderá receber advertência, ser multado, suspenso...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><span style="font-size: 16px;">PL da Adultização prevê que quem descumprir as regras poderá receber advertência, ser multado, suspenso ou até ser proibido de funcionar</span><br />
</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Foi aprovado nesta quarta-feira (20) na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes nos ambientes digitais.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Projeto de Lei 2628/22 de autoria do Senado, foi aprovado com mudanças feitas pelos deputados, por isso, o texto volta ao Senado para nova votação. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Conhecido como PL da Adultização, o texto prevê regras quanto ao uso de aplicativos, jogos eletrônicos, redes sociais e programas de computador, enfim, softwares acessíveis a menores de idade. Prevê ainda, obrigações para os fornecedores, deveres para as plataformas e controle de acesso por parte de pais e responsáveis. Com o objetivo de proteger integralmente as crianças no ambiente digital, prevenir abuso, exploração sexual, violência e evitar a exploração comercial de menores, o PL da Adultização prevê que quem descumprir as regras poderá receber advertência, ser multado, suspenso ou até proibido de funcionar.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   De acordo com PL da Adultização, serão obrigações dos fornecedores:</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Bloquear o acesso dos menores a produtos e conteúdos impróprios, que envolvam abuso, pornografia, estímulo a suicídio, estímulo a automutilação, bulling, exploração, violência, jogos de azar, riscos à saúde física, emocional ou mental, entre outros; &#8211; Limitar a coleta e o uso de dados (cookies) de menores; </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Limitar caixas de recompensas (loot boxes) em jogos; </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Disponibilizar ferramentas de controle parental, para que pais e responsáveis possam monitorar os tipos de acessos dos menores no ambiente digital.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">De acordo com o texto, serão obrigações das redes sociais: </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Vincular as contas das crianças as dos responsáveis;</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Alertar sobre riscos do uso por crianças e adolescentes; </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Restringir conteúdos que visem atrair os públicos que praticam abusos, violência e viola os direitos das crianças e adolescentes; </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8211; Aperfeiçoar a verificação da idade.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Ainda de acordo com o texto, a retirada de material por notificação do usuário ou comunicação a autoridades de conteúdo de crime contra crianças e adolescentes serão aplicadas de forma proporcional à capacidade do fornecedor de influenciar, moderar ou intervir na disponibilização, circulação ou alcance dos conteúdos acessíveis por esse público. Para virar lei, o PL terá que receber nova aprovação no Senado e ser sancionado pelo Presidente da República.</span></p>
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		<title>Morreu aos 74 anos, o ícone do jornalismo investigativo e fundador da Abraji, jornalista Marcelo Beraba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 11:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>    Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; O jornalista e fundador da Associação Brasileira...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; O jornalista e fundador da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo &#8211; Abraji, faleceu aos 74 anos, na segunda-feira, 28 de julho, por causa de um câncer no cérebro.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Teve uma carreira jornalística na qual passou por grandes redações e no pós morte do grande jornalista investigativo Tim Lopes, decidiu reunir colegas e fundar a Abraji, na qual foi o primeiro presidente. Através da Abraji ele defende a liberdade de imprensa, oferece cursos para jornalistas, treina-os na investigação jornalística, melhorando e aperceiçoando a qualidade da informação nacional e internacional.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   “Ao longo de sua trajetória, Beraba se dedicou a produzir reportagens de qualidade, a investigar os fatos a fundo e a defender os interesses do leitor. Ele sempre valorizou a ética, a imparcialidade e a transparência no jornalismo, buscando garantir que a informação chegue ao público de forma clara, precisa e completa”, observa a Abraji ao informar a sua morte.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Nascido no Rio de Janeiro, em 29 de abril de 1951, filho da dona de casa Maria Ester Martins Beraba e do comerciante Elomir Beraba; Marcelo Beraba foi seminarista, mas em 1970, passou em primeiro lugar no vestibular da Escola de Comunicação da UFRJ e formou-se em jornalismo durante o período da ditadura militar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Iniciou sua carreira em O Globo. Marcelo Beraba influenciou gerações de jornalistas durante seus 50 anos de carreira, comandou grandes redações como O Globo onde começou como estagiário, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, TV Globo e o Estado de São Paulo nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Marcelo Beraba idealizou e fundou, em 2002, a Abraji &#8211; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, uma instituição que, assim como ele, defende a liberdade de imprensa, oferece cursos para jornalistas através dos quais melhora a qualidade do jornalismo brasileiro e internacional. A Abraji foi fundada em 2002, depois da morte do jornalista investigativo Tim Lopes, morto por traficantes enquanto fazia uma reportagem investigativa na favela da Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro. A Associação teve Beraba como seu primeiro presidente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   “Da morte de um colega nasceu o maior legado que Beraba poderia ter deixado para gerações futuras. Uma associação que se preocupava com a formação, a proteção da liberdade de expressão e a criação de ferramentas que tornassem mais preciso o trabalho do repórter” diz o jornalista e ex-presidente da Abraji Marcelo .</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    “Na Abraji, Beraba definiu as prioridades da associação com um tripé: qualificação do jornalismo via promoção de cursos para milhares de jornalistas, direito à liberdade de informação (que resultou na Lei de Acesso à Informação) e defesa da segurança dos jornalistas no exercício da profissão”, diz o jornalista Rosental Calmon Alves.</span></p>
<p style="text-align: justify;">    <span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Marcelo Beraba foi enterrado quarta-feira, 30 de julho, no Memorial do Carmo, Cemitério do Caju. Marcelo Beraba deixou esposa, duas filhas, três netos e dois enteados.</span></p>
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		<title>Cachorra acolhida da rua se torna o 2° cão perito da Polícia Científica de São Paulo</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/cachorra-acolhida-da-rua-se-torna-o-2-cao-perito-da-policia-cientifica-de-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cachorra-acolhida-da-rua-se-torna-o-2-cao-perito-da-policia-cientifica-de-sao-paulo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 17:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Uma cachorra sem raça definida resgatada por um...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Uma cachorra sem raça definida resgatada por um perito criminal, em grave estado de desnutrição, ainda filhote, em uma rua de São José dos Campos, se tornou o 2º cão perito da Polícia Científica de São Paulo. A vira lata, recebeu o nome de Savana, foi tratada e treinada para trabalhar em investigações de crimes contra a vida. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Sociável e com faro refinado, Savana consegue detectar manchas de sangue humano que não são visíveis a olho nu e até mesmo quando há a tentativa de remoção do vestígio de sangue. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Passados quatro anos juntos, Sanava e o perito criminal João Henrique Machado trabalham fazendo a biodetecção de vestígios biológicos no Instituto de Criminalística de São José dos Campos. Segundo informações do policial, quando Savana encontra vestígio de sangue, senta ou deita em frente à amostra, indicando o material a ser analisado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     O primeiro cão que integra a equipe de peritos da Polícia Científica, chama-se Mani e segundo o policial, “ele já descobriu manchas de sangue latente em um veículo após seis meses e em uma camiseta após um ano”. Ainda segundo a polícia, “para descobrir algum vestígio de sangue latente, os peritos criminais utilizam o luminol, um produto químico que reage com o ferro do sangue e emite uma luz fluorescente. Porém, em amostras diluídas ou em áreas muito iluminadas e extensas, o reagente não produz o efeito desejado, além de ser um produto de alto custo. E a utilização de cães como uma ferramenta de perícia além de ter um custo mais barato para a polícia, tem demonstrado ser uma técnica mais precisa na descoberta de sangue humano no cenário do crime”.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   De acordo com o policial, para o cão ser incorporado a equipe, ele observa as habilidades extras dos caninos como foco, determinação, socialização, alto nível de energia e vontade de fazer as mesmas coisas que um cão perito faz.<br />
João Henrique Machado é formado em medicina veterinária e atualmente desenvolve um projeto de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) de São José dos Campos para elaborar o protocolo de treinamento e utilização de cães pela Polícia Científica. Com informações da SSP/SP.</span></p>
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