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	<title>Arquivos Mulher &#8902; Jornal do Momento News</title>
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	<title>Arquivos Mulher &#8902; Jornal do Momento News</title>
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		<title>Tornozeleira eletrônica de imediato para agressores de mulheres foi aprovado pelo Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 02:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema deverá emitir alerta automático e simultâneo a vítima e a unidade policial sempre que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Sistema deverá emitir alerta automático e simultâneo a vítima e a unidade policial sempre que o agressor romper o perímetro e tentar se aproximar da vítima, diz o texto que segue para sanção do presidente</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; Usarão tornozeleira eletrônica de imediato os agressores que colocarem a vida de mulheres e crianças em risco, é o que prevê o PL 2.942/2024, aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (18) e agora segue para a sanção do Presidente do Brasil.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para combater a violência doméstica que está aumentando demasiado no país, o texto aprovado, determina que a medida protetiva de urgência “passa a ser imediata sempre que houver risco atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher em situação de violência doméstica e familiar ou de seus dependentes”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Determina também a ampliação dos recursos públicos para à compra de equipamentos para monitorar os agressores, aumenta de 5% para 6% a cota de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) que deverá ser usado no enfrentamento a violência contra a mulher.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O texto autoriza delegados das cidades distantes de comarcas, nas quais não há juízes, a aplicar a medida protetiva de urgência com o uso da tornozeleira eletrônica de imediato. Aplicada a medida, o delegado deverá comunicar ao juiz, em 24 horas. O juiz decidirá sobre a manutenção da tornozeleira ou não, e comunicará a decisão ao Ministério Público. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Determina o texto que, em situações de uso de tornozeleira eletrônica do agressor, a vítima receberá um dispositivo de segurança que a alerte sobre uma eventual aproximação do agressor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O PL 2.942/2024 altera a Lei Maria da Penha e aumenta de um terço à metade da pena, que hoje é de 2 a 5 anos de reclusão mais multa para os “agressores que descumprirem medidas protetivas, como violação das áreas de exclusão monitoradas eletronicamente (onde o agressor não pode ir), ou remoção, violação ou alteração do dispositivo sem autorização judicial”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A violência doméstica é “uma verdadeira epidemia” disse a relatora senadora Leila Barros (PDT-DF) ao apresentar dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que apontaram 966.785 novos casos de violência doméstica contra as mulheres analisados pela Justiça em 2024, com a concessão de 582.105 medidas protetivas. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O PL da deputada Fernanda Melchionna (PSol-RS) e do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) foi aprovado sem mudanças pelo Senado.</span></p>
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		<title>Aumenta a diferença entre salários de homens e mulheres em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 17:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; De acordo com dados do 3º Relatório de Transparência...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Riselda Morais &#8211; São Paulo &#8211; De acordo com dados do 3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgados pelo Governo Federal, a diferença salarial entre profissionais homens e mulheres no estado de São Paulo, cresceu 0,55% entre setembro de 2024 quando os homens recebiam 21,62% a mais que as mulheres até esta segunda-feira, 07 de abril, que os homens recebem 22,17% a mais que as mulheres.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Segundo o relatório, no Brasil, a diferença é de 20,87% e teve um aumento 0,18% entre setembro do ano passado e este mês.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A média salarial das mulheres em São Paulo é de R$ 4.516,92 enquanto a média salarial dos homens é de R$ 5.803,67, uma diferença de R$ 1.286,75. Além da diferença salarial entre os profissionais conforme o sexo, o relatório apontou também, a questão racial através da diferença salarial entre as mulheres negras que têm média salarial de R$ 2.864,39, enquanto as mulheres não negras ganham 38% a mais, chegando a média salarial de R$ 4.661,06.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O relatório aponta um ponto positivo, no mesmo período, houve um aumento de 18,2% na participação das mulheres negras no mercado de trabalho, passando de 3,2 milhões de mulheres negras empregadas em setembro de 2024 para 3,8 milhões neste inicio de abril.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    No período de 2015 a 2024, o número de mulheres no mercado de trabalho formal cresceu de 38,8 milhões para 44,8 milhões respectivamente, um aumento de 6 milhões de mulheres empregadas. Enquanto o número de homens ocupados passou de 53,5 milhões em 2015 para 59 milhões em 2024. Um aumento de 5,5 milhões de homens no mercado formal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A diferença salarial é percebida também, de acordo com o cargo. Segundo dados do relatório, as profissionais de serviços administrativos recebem 79,8% dos valores dos salários dos homens; as diretoras e gerentes recebem 73,2% e as profissionais de nível médio recebem apenas 68,5% do valor do salário dos homens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Lideram as desigualdades salariais os estados do Paraná com 28,54%, Espírito Santo com 28,53%, Santa Catarina 27,96%, Rio de Janeiro com 27,82% e Mato Grosso 27,04%. Enquanto os estados com menores diferenças salariais são Pernambuco com 9,14%, Acre 9,86%, Distrito Federal 9,97%, Piauí 10,04%, Ceará 10,21% e Alagoas com 11,08%, Amapá 12,69% e Pará 14,88% de diferença salarial.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A pesquisa foi realizada em 17.510 estabelecimentos paulistas.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</span></p>
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		<item>
		<title>Mulheres empreendedoras e multifacetadas: Todas por Elas exalta a força,  a potência e o empreendedorismo feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 19:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Regionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Riselda Morais     Na manhã desta quinta-feira (27), o Sebrae SP realizou no auditório...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Riselda Morais</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Na manhã desta quinta-feira (27), o Sebrae SP realizou no auditório do Senac Tatuapé, o evento Todas por Elas exaltando a força, a potência e o empreendedorismo feminino.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A voz de vocês importam. Vocês estão exatamente onde devem estar, porque nós somos potentes, uma potência infinita” disse Bruna, Analista de Negócios do Sebrae Leste ao abrir o evento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O Brasil é um país de pessoas empreendedoras e que têm dois grandes sonhos, o principal é sempre o da casa própria e 70% têm o sonho de abrir o próprio negócio, no entanto, 40% das empresas abertas encerram suas atividades antes dos 5 anos de existência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Para a palestrante e consultora Andreia Bertolasi, antes de abrir um negócio, a empreendedora deve se perguntar, não qual negócio dá mais dinheiro e sim: “O que eu gosto de fazer?. Ela explica que “A melhor forma de você ter sucesso no negócio é fazendo aquilo que você mais gosta de fazer. Quando você gosta de fazer, você faz naturalmente”, afirma Andreia.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Foram abordados os desafios de liderar, a necessidade da mulher descentralizar as responsabilidades e delegar atividades para as pessoas certas. Por isso, Andreia orienta que “O melhor caminho e a chave é se preparar para o negócio”.</span></p>
<figure id="attachment_17481" aria-describedby="caption-attachment-17481" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-17481" src="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-scaled.jpg" alt="" width="2048" height="946" srcset="https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-scaled.jpg 2048w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-400x185.jpg 400w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-1024x473.jpg 1024w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-300x139.jpg 300w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-768x355.jpg 768w, https://jornaldomomento.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Delas_Day_Foto_Riselda_Morais-1536x710.jpg 1536w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></a><figcaption id="caption-attachment-17481" class="wp-caption-text">Empreendedorismo feminino tem crescimento inspirador no Brasil. Fotos: Riselda Morais</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   No empreendedorismo, ser criativo é fundamental para inovar, a liderança é fundamental para crescer e se desenvolver, mas existem muitas habilidades comportamentais e técnicas das quais necessitamos para fazer um negócio dar certo, uma empresa crescer. Neste sentido, Andreia Bertolasi explicou a importância de saber se comunicar bem, flexibilidade, equilíbrio emocional, comunicação interpessoal, colaboração, resiliência, criatividade, liderança, empatia, capacidade de resolver problemas, motivação, autoconhecimento e outras. Por fim, Andreia conclui: “Não tenha medo de errar, tenha medo de não tentar”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A comunicação é, sem dúvidas, uma das habilidades mais requisitadas, atualmente, em todas as áreas profissionais e todas nós carregamos habilidades que são importantes, precisamos apenas desenvolvê-las, acreditar no próprio potencial, fazer escolhas e ir a luta. Mas os caminhos que uma mulher percorre rumo ao sucesso pessoal, profissional e financeiro têm muitos obstáculos, possivelmente porque as mulheres empreendedoras estão vivendo um extremo entre umas pessoas que sempre aceitaram tudo e outras que já não querem mais aceitar nada, fazendo sua próprias escolhas, abrindo seus próprios caminhos. E o primeiro passo, será sempre sair da zona de conforto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Para as mulheres que têm o desejo de empreender, mas ainda não conseguiram abrir o próprio negócio, a empresária Stefanie Schmitt explica: “Não é fácil começar. Quando a gente começa alguma coisa, a gente tem grandes expectativas, mas quem consegue é quem tem persistência, quem é resiliente e sim, a gente tá num ambiente que é mais difícil para as mulheres, mas a gente também é muito forte e consegue mudar contextos” , afirmou Stefanie e continuou, “então eu digo para elas começarem, ir a fundo, buscar informações, acreditar que elas têm capacidade e que elas conseguem”, concluiu. </span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Participaram do evento: </span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  A Analista de Negócios do Sebrae Leste, Bruna; os coordenadores do Senac unidade Tatuapé, Simone, Noemi e José Roberto; Gerente do Escritório Capital Leste I, Paulo Franzosi; Presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae-SP, Manuel Henrique (por video); a palestrante e consultora, Andreia Bertolasi; representante do Desenvolve SP, Juliana Polido; Compartilharam suas trajetórias as empresárias: Sabrina Gouveia (Vila Prudente); Carine (Vila Matilde); Gabriela Montanhal (Sapopemba); Thais Cardoso Franco (Tatuapé); Marinês Mendes (Penha) e Stefanie Schmitt (Tatuapé).</span></p>
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		<item>
		<title>Feminicídios no Brasil: 3 mulheres são  assassinadas por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 11:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homem conscientize-se: você não é dono da mulher, ela não é coisa sua. A mulher...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><span style="font-size: 16px; background-color: #000000; color: #ffffff;">Homem conscientize-se: você não é dono da mulher, ela não é coisa sua. A mulher é dona das próprias vontades e de si mesma e você não tem o direito de tirar-lhe a vida!</span><br />
</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">      A luta contra o feminicídio no Brasil precisa ser intensificada e os homens precisam se conscientizar que não são donos das mulheres, elas não são coisa sua. A mulher é dona das próprias vontades e da própria vida, parem com essa violência!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">    De acordo com o Sistema Nacional de Segurança Pública &#8211; Sinesp, nos últimos 10 anos, 11.755 mulheres morreram vítimas de feminicídio no Brasil, uma média de 3 mulheres perdem suas vidas por dia, simplesmente por ser mulher, por que separam ou querem separar e seus ex-companheiros não aceitam o fim do relacionamento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">    Do total de feminicídios, 1.549 mulheres foram mortas no estado de São Paulo, sendo 328 vítimas na capital paulista; 1.512 mulheres morreram vitimas de feminicídio em Minas Gerais; 945 mulheres mortas no Rio Grande do Sul; 793 mulheres mortas na Bahia; 703 mulheres mortas no Rio de Janeiro; 613 mulheres mortas no Paraná; 548 mulheres mortas no Pará; 538 mulheres mortas no Pernambuco; 524 mulheres mortas no Maranhão; 523 mulheres mortas em Santa Catarina; 373 mulheres mortas em Goiânia; 324 mulheres mortas no Espírito Santo; 299 mulheres mortas no Piauí; 292 mulheres mortas na Paraíba; 286 mulheres mortas em Mato Grosso; 279 mulheres mortas em Alagoas; 273 mulheres mortas em Goiás; 270 mulheres mortas em Mato Grosso do Sul; 253 mulheres mortas no Rio Grande do Norte; 236 mulheres mortas no Ceará; 222 mulheres mortas no Distrito Federal; 158 mulheres mortas no Amazonas; 137 mulheres mortas em Sergipe; 107 mulheres mortas no Acre; 96 mulheres mortas Rondônia; 87 mulheres mortas em Tocantins; 52 mulheres mortas em Roraima e 36 mulheres vítimas de seus parceiros ou ex em Amapá . </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">     Segundo dados do Sinesp em 2025, 105 mulheres foram vítimas de feminicídios no Brasil. São Paulo mostrou-se o estado mais violento contra a mulher, registrou 22 feminicídios neste ano sendo 7 vítimas na cidade de São Paulo, seguido por Minas Gerais com 11 casos; Paraná e Rio Grande do Sul registraram 10 feminicídios cada e Bahia 8 feminicídios.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">    Ainda segundo o Sinesp, em 2024, foram vítimas de feminicídio 1.458 mulheres no Brasil com uma média diária de 4 vítimas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">     Os estados com maior número de mulheres mortas por parceiros ou ex-parceiros são São Paulo liderando o ranking da violência contra a mulher com 253 feminicídios, destes 51 vítimas na capital paulista; Minas Gerais com 133 feminicídios; Paraná com 109 feminicídios e os estados do Rio de Janeiro e Bahia com 107 feminicídios registrados cada. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">    Vale observar que muitos estados brasileiros registram a maioria dos casos de feminicídio como homicídio de mulheres. Estados estes que precisam preparar seu agentes para fazer os registros corretamente, como nos é devido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">    De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública em 2023 foram registrados 1.467 feminicídios e 3.930 homicídios de mulheres e em 2022 foram registrados 1.455 feminicídios e 2.934 homicídios de mulheres. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">   Ainda há muito a ser feito para proteger a mulher dos mais diversos abusos, dos diversos tipos de violência doméstica, entre elas a emocional, psicológica, física e de ter a vida ceifada por aqueles que deveriam a proteger, crimes que acontecem muitas vezes dentro de casa, um ambiente que deveria ser seguro.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>São Paulo amplia Delegacias de Defesa da Mulher com atendimento 24 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 19:49:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as regiões passam a contar com atendimento presencial ininterrupto em casos de violência doméstica...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Todas as regiões passam a contar com atendimento presencial ininterrupto em casos de violência doméstica e familiar</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Governo de SP entrega neste sábado (8), Dia Internacional da Mulher, sete Delegacias de Defesa da Mulher (DDM) com atendimento 24 horas e 10 novas salas DDM online para ampliar o suporte às mulheres vítimas de violência. As delegacias, que funcionavam até as 18h, passam a atender ininterruptamente, inclusive aos finais de semana e feriados, nas cidades São José dos Campos, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Piracicaba e Araçatuba. Com isso, todas as regiões passam a contar com uma DDM com atendimento 24h a partir deste sábado. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Conseguimos alcançar a meta de dar atendimento 24 horas para esses casos em todo o estado, não só mais na capital, região metropolitana e outras poucas regiões no interior”, destacou a delegada coordenada das DDMs, Adriana Liporoni. “A situação de violência muitas vezes ocorre em horários críticos, fora do comercial, então aquela vítima precisa de uma resposta imediata do poder público e agora temos essa cobertura estadual”, afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O estado de São Paulo passa a contar com 141 Delegacias de Defesa da Mulher e todas contam com policiais treinados para atender esse tipo de ocorrência, além de ter uma estrutura própria com um ambiente acolhedor. Para a delegada coordenadora das DDMs, “essa expansão significa que independentemente de onde a mulher estiver, ela poderá contar com um atendimento especializado a qualquer momento, e representa um marco no combate à violência doméstica e familiar no estado”. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  Em 2024, as DDMs prenderam mais de 10,6 mil agressores e instauraram mais de 98,9 mil inquéritos policiais para apurar os crimes de violência contra mulheres.</span></p>
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		<item>
		<title>O papel transformador do Banco Vermelho em memória às vítimas de feminicídio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Celeste Leite dos Santos (MP-SP)*]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 17:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Regionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>     A lei 14.942, de 31 de julho de 2024, introduziu o Banco Vermelho...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A lei 14.942, de 31 de julho de 2024, introduziu o Banco Vermelho como uma das ações e campanhas de prevenção e de conscientização da violência contra a mulher. A iniciativa consiste na instalação de, pelo menos, um banco na cor vermelha em espaços públicos de grande circulação de pessoas. Nele, devem constar frases que estimulem a reflexão sobre o tema e contatos de emergência, como o número telefônico da Central de Atendimento à Mulher (180), para denúncias e suporte às vítimas.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A legislação prevê, ainda, ações de conscientização em escolas, universidades, estações de trem e de metrô, rodoviárias, aeroportos e em outros locais que abarquem expressivo movimento. Trata-se de ação afirmativa em prol dos direitos das mulheres de serem livres e autônomas numa sociedade, infelizmente, ainda impregnada por uma visão androcêntrica.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    No Brasil, uma mulher morre a cada 15 horas por feminicídio. As vítimas têm filhos, demais familiares e amigos, que são, também, vítimas indiretas de mortes violentas e covardes e que impactam social e economicamente o nosso País. A iniciativa do Banco Vermelho alia, no mesmo local, um ato de protesto a um de conscientização e de memória, para que aquelas que se foram, via forma tão brutal, não sejam esquecidas.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     Para os parentes e demais pessoas de convívio próximo das vítimas, a iniciativa propõe um efeito terapêutico e libertador, diante da dor pela perda do ente querido. Para a sociedade, concede o alerta de que precisamos lutar por direitos iguais entre homens e mulheres &#8211; única esperança possível para a desconstrução do preponderante paradigma misógino que predomina no Brasil.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Banco Vermelho se integra a um conjunto de iniciativas globais de criação de memoriais pelo mundo, com o objetivo de honrar as mulheres assassinadas por homens, de aumentar a conscientização face à temática, e de promover a Justiça.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Um bom exemplo disso vem do México, onde, em resposta à flagrante violência de gênero, manifestantes criaram uma estrutura e nela escreveram nomes de 1.254 vítimas de feminicídio.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A cidade de São Paulo ganhou um desses memoriais com a inauguração, na sexta-feira (20/9), de um Banco Vermelho no Shopping Metrô Itaquera. A iniciativa foi colocada em prática pelo Instituto Banco Vermelho (IBV); pela Ancar Ivanhoe, empresa especializada na administração de shopping centers; e pela Universidade Guarulhos (UNG); com o apoio do Instituto Brasileiro de Atenção Integral à Vítima (Pró-Vítima).</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Esses espaços são fundamentais não apenas para manter viva a memória das vítimas, mas, sobretudo, para pressionar as autoridades competentes por mudanças sociais e legais que protejam as mulheres em nosso País e pelo mundo.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Neste contexto, vale mencionar o movimento em prol do Estatuto da Vítima, reivindicação do Instituto Pró-Vítima, por meio do projeto de lei 3.890/2020. Lamentavelmente, vieses misóginos no Congresso Nacional têm impedido a aprovação do texto para a proteção e a consagração dos direitos das vítimas no Brasil.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Por fim: os memoriais consistem em instrumento de conscientização sobre a gravidade do feminicídio e da violência doméstica. São o símbolo da promoção ao respeito, à igualdade e à dignidade da população feminina &#8211; fortalecem, ainda, a luta por uma sociedade livre da violência de gênero.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">É preciso amplificar essa mensagem, para construirmos um futuro mais seguro para todas as mulheres.</span></div>
<div style="text-align: justify;" aria-hidden="true"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><b><i>*Celeste Leite dos Santos é presidente do Instituto Brasileiro de Atenção Integral à Vítima (Pró-Vítima); promotora de Justiça em Último Grau do Colégio Recursal do Ministério Público (MP) de São Paulo; doutora em Direito Civil; mestre em Direito Penal; especialista em Interesses Difusos e Coletivos; e idealizadora do Estatuto da Vítima, da Lei de Importunação Sexual, e do Projeto Estadual 130/2016 de Igualdade Plena de Homens e Mulheres.</i></b></span></div>
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		<item>
		<title>Seleção Brasileira Feminina é prata nas Olimpíadas 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 19:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil ganha da Espanha e da França mas perde de 1&#215;0 para os Estados Unidos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;"><em>Brasil ganha da Espanha e da França mas perde de 1&#215;0 para os Estados Unidos</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  A Seleção Brasileira Feminina entrou neste sábado (10) para o rol das  medalhistas Olímpicas. Depois de 16 anos dos jogos de Pequin 2008, a seleção voltou a subir no Pódio como vice-campeã, recebendo medalha de prata.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A seleção dos Estados Unidos venceu o Brasil por 1&#215;0 com gol da Mallory Swanson e ficou com a Medalha de Ouro e o primeiro lugar no Pódio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para conquistar a Medalha de Prata, a Seleção Brasileira precisou vencer duas gigantes do Futebol. Na terça-feira (6), venceu a Espanha, atual campeã mundial por 4&#215;2 em Marselha. Três dias antes, no sábado (3), venceu as donas da casa, a seleção da França por 1&#215;0,  em Nantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Ginasta Rebeca Andrade conquista 4 medalhas nas Olimpíadas de Paris 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 21:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>    Pódio de alto nível, Simone Biles e Jordan Chiles homenageiam Rebeca Andrade. &#8220;A...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   <em> Pódio de alto nível, Simone Biles e Jordan Chiles homenageiam Rebeca Andrade. &#8220;A Rebeca é maravilhosa. Ela é uma rainha&#8221;, diz a gigante Simone Biles durante coletiva. A iniciativa de homenagear Rebeca foi da ginasta Jordan Chiles</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    </span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A ginasta brasileira Rebeca Andrade colocou seu nome entre as melhores do mundo e fez história nas Olimpíadas de Paris 2024 ao conquistar quatro medalhas olímpicas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     A primeira medalha foi de bronze, na Ginástica Feminina por equipes, ao lado das ginastas Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Júlia Soares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Na Prova de Salto, Rebeca Andrade conquistou a medalha de Prata. A terceira medalha conquistada em Paris também foi de Prata conquistada na Ginástica Artística Individual Geral. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A quarta medalha foi conquistada na Prova de Solo, o Ouro que tornou Rebeca Andrade a maior medalhista olímpica do Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Em uma batalha de alto nível, Rebeca Andrade superou a norte-americana Simone Biles na prova individual geral da ginástica artística conquistando sua o Ouro nas Olimpíadas de Paris 2024.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Time SP conquista metade das medalhas brasileiras no Mundial de Atletismo Paralímpico em Paris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 19:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Olá Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País ficou em 1º lugar no total de medalhas obtidas e em 2º no ranking...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">País ficou em 1º lugar no total de medalhas obtidas e em 2º no ranking geral; ao todo, 25 atletas do Time São Paulo participaram da competição</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Os atletas de elite do Time São Paulo Paralímpico conquistaram 23 das 47 medalhas obtidas pelo Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico sediado em Paris, que se encerrou na tarde desta segunda-feira (17). As conquistas do time, que é patrocinado pelo Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, contribuíram para que o país alcançasse o 1º lugar no quadro total de medalhas, até mesmo ultrapassando sua marca de 40 medalhas obtidas em 2013 no mesmo campeonato. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Ao todo, foram 8 medalhas de ouro, 9 de prata e 6 de bronze conquistadas pelo Time SP. No ranking geral do Mundial, o Brasil encerrou a disputa em 2º colocado com 14 medalhas de ouro, 13 de prata e 20 de bronze. O vencedor foi a China, com 45 medalhas, sendo 16 de ouro, 16 de prata e 13 de bronze. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8220;São resultados impressionantes que nos fazem ter muito orgulho dos nossos atletas do Time São Paulo, que todos os dias mostram como é importante o incentivo para que o esporte paralímpico aconteça. O Time é um dos principais programas da Secretaria e temos o compromisso de continuar estruturando políticas públicas que beneficiem todas as pessoas com deficiência em todas as áreas&#8221;, destaca o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa. </span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Confira os resultados e medalhas dos atletas do Time SP </span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Beth Gomes &#8211; F53 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Arremesso de peso &#8211; Ouro </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lançamento de disco &#8211; Ouro </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Alessandro Silva &#8211; F11 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Arremesso de peso &#8211; Prata </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lançamento de disco &#8211; Ouro </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Jerusa Geber &#8211; T11 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 100m &#8211; Ouro </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 200m &#8211; Ouro </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Claudiney Batista &#8211; F56 (para quem compete sentado) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lançamento de disco &#8211; Ouro </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Felipe Gomes &#8211; T11 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 100m &#8211; 6º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 400m &#8211; Ouro </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Samuel Conceição &#8211; T20 (para deficientes intelectuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 400m &#8211; Ouro </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Thiago Paulino &#8211; F57 (em cadeira de rodas) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Arremesso de peso &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Vinícius Rodrigues &#8211; T63 (para amputados) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 100m &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Zileide Cassiano &#8211; T20 (para deficientes intelectuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto em distância &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Júlio César Agripino &#8211; T11 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 5.000m &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lorena Spoladore &#8211; T11 (salto para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto em distância &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Christian Gabriel da Costa &#8211; T37 (paralisia cerebral) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 100m &#8211; Bronze </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 200m &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Daniel Martins &#8211; T20 (para deficientes intelectuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 400m &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Jardênia Felix &#8211; T20 (para deficientes intelectuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 400m &#8211; 5º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto em distância &#8211; Bronze </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Raissa Machado &#8211; F56 (para quem compete sentado) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lançamento de dardo &#8211; Prata </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Rayane Soares &#8211; T13 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">100m &#8211; 5º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">200m &#8211; 4º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">400m &#8211; Bronze </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Jhulia Karol &#8211; T11 (salto para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">400m &#8211; 5º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Revezamento 4x10m misto &#8211; Bronze </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">João Victor Teixeira &#8211; F37 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Arremesso de peso &#8211; 10º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lançamento de disco &#8211; Bronze </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Matheus de Lima &#8211; T44 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">100m &#8211; Bronze </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Lucas Lima &#8211; T47 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">400m &#8211; 5º lugar </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Mateus Evangelista &#8211; T37 </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto em distância &#8211; 4º lugar </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Paulo Henrique Reis &#8211; T13 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">100m &#8211; 14º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto em distância &#8211; 6º lugar </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Silvânia Costa &#8211; T11 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto em distância &#8211; 5º lugar </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Samuel Eckert &#8211; T13 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 100m &#8211; 12º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 400m &#8211; 10º lugar </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Daniel Mendes &#8211; T11 (para deficientes visuais) </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 100m &#8211; 14º lugar </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Salto 400m &#8211; 8º lugar </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Time SP </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">O Time São Paulo Paralímpico 2023 foi implementado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro. Ao todo, o Governo de SP destina R$ 6 milhões em recursos para manter 107 atletas de elite de 14 modalidades. Eles representam o estado e o país em campeonatos nacionais e mundiais ao longo do ano.</span></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo revela que 9 em cada 10 pedidos de Medidas Protetivas da Lei Maria da Penha são concedidos pela justiça</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/estudo-revela-que-9-em-cada-10-pedidos-de-medidas-protetivas-da-lei-maria-da-penha-sao-concedidos-pela-justica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-revela-que-9-em-cada-10-pedidos-de-medidas-protetivas-da-lei-maria-da-penha-sao-concedidos-pela-justica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 19:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Olá Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No entanto, cerca de 30% dos pedidos só recebem resposta da justiça após o prazo...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-size: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;">No entanto, cerca de 30% dos pedidos só recebem resposta da justiça após o prazo determinado de 48h; Em alguns estados, mais de 40% das decisões estão em atraso</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>    </strong>Entre janeiro de 2020 e maio de 2022, o Brasil registrou 572.159 medidas protetivas de urgência para meninas e mulheres em situação de violência doméstica na Base Nacional de Dados do Poder Judiciário. Um dos principais achados da pesquisa é de que 9 em cada 10 pedidos são deferidos, o que mostra a adesão do Judiciário ao instrumento das medidas protetivas de urgência. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    Os dados foram levantados pela “Análise do Painel Nacional de Medidas Protetivas de Urgência”, uma articulação entre Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Instituto Avon e o Consórcio Lei Maria da Penha. O projeto avalia a qualidade dos registros na Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (Datajud) e propõe para que seja possível a produção de informações acessíveis e de qualidade para a fiscalização e a avaliação da implementação da Lei Maria da Penha. Informações de qualidade e acessíveis permitem produção de estudos e realização do controle social da atividade judiciária e subsidiam a formulação de políticas públicas baseadas em evidências. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A análise revelou que a maioria dos tribunais concedem ordens judiciais de segurança no prazo de 48 horas, previsto na Lei Maria da Penha. No entanto, cerca de 30% dos pedidos são concedidos após o período definido pela legislação. Em algumas regiões, o volume de processos em atraso é superior a 40%. Nos Tribunais de Justiça da Bahia, Ceará e Minas Gerais, por exemplo, cerca de 50% das solicitações ficam sem respostas até o prazo limite. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) e o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) têm média superior a 45%. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O estudo é resultado de um trabalho inédito de monitoramento dos dados referentes a esse tema. Sem esses esforços, não é possível produzir estatísticas que acompanhem e avaliem a qualidade de nosso sistema de justiça, bem como o Estado brasileiro fornecer informações adequadas para os organismos internacionais sobre a promoção e acesso à justiça para as mulheres. Além de observar a movimentação judiciária de ações de proteção, o estudo conta, ainda, com recomendações para o aperfeiçoamento do sistema e um guia prático para que as equipes dos tribunais possam colaborar para a manutenção dos processos nacionalmente. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8220;Ao monitorarmos as ações de proteção e apoio às mulheres, contribuímos para que a aplicação da Lei No 11.340 seja integral e igualitária a todas as pessoas que buscam assistência para encerrar situações ou ciclos de violência&#8221;, afirma Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon, organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na defesa de direitos fundamentais das mulheres. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Essa é uma grande iniciativa, como outras parcerias que o CNJ estabelece com instituições públicas e com a sociedade, para chegarmos a um melhor diagnóstico da situação atual, para pensarmos em soluções”, destaca o presidente do Conselho, ministro Luiz Fux. “A cada dia mais, o Judiciário aprimora os serviços prestados à população a partir de evidências. E precisamos de dados objetivos e confiáveis para sabermos onde queremos chegar.” </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">     Desde 2006, quando a norma jurídica que trata da violência contra mulheres foi sancionada, as medidas protetivas de urgência são importantes ferramentas para garantir a segurança da população feminina brasileira, certificando judicialmente que agressores não se aproximem destas mulheres ao definir um limite de distanciamento a e o afastamento do local de convivência. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">&#8220;O Judiciário brasileiro tem o dever de acompanhar a aplicação dessa ferramenta de defesa, mas há uma ausência sistêmica de produção e atualização de dados. Sem informações, não há como avaliar a eficiência de intervenções e políticas públicas. Agora, com a criação de um levantamento e base de monitoramento, será possível ampliar a efetividade da regulamentação, buscando alternativas de melhorias e apoio para as brasileiras de maneira mais consistente e eficiente&#8221;, explica Daniela Grelin. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A pesquisa também revelou, apesar dos muitos avançados encontrados, que alguns tribunais informam somente acerca das medidas concedidas, que não há informações sobre raça e etnia e que para o aperfeiçoamento da política é crucial os tribunais de justiça priorizarem sua execução e que o CNJ envolva nos debates os demais atores dos sistemas de justiça e segurança pública responsáveis pela implementação das MPUS e organismos da sociedade civil que atuam pelos direitos das mulheres”, completou Wânia Pasinato, integrante do Consórcio Lei Maria da Penha e Coordenadora da Pesquisa. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Vítimas e agressores(as) </strong></span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Uma das sugestões do levantamento é a melhoria das informações de perfil sociodemográfico de vítimas e agressores (ou agressoras), para que possam ser feitos diagnósticos e elaboração de estatísticas de acompanhamento, análise e avaliação. Apesar do baixo percentual de processos com a informação de idade, é possível identificar que 29% das vítimas possuem entre 30 e 39 anos; 28%, entre 20 e 29 anos; 20%, entre 40 e 49 anos; 15%, com 50 anos ou mais; e 8% até 19 anos. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Já em relação às pessoas que devem cumprir as medidas protetivas, 84,4% são para agressores do sexo masculino; 10,3% são desconhecidos &#8212; não houve o preenchimento da informação em sistema -; e 5,3% são agressoras do sexo feminino. Além disso, 33% possuem entre 30 e 39 anos; 26%, entre 20 e 29 anos; 24%, entre 40 e 49 anos; 16%, com 50 anos ou mais; e 2% até 19 anos. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Dos 572.159 processos sobre medidas protetivas no período, 89.734 (15,7%) foram no Rio de Janeiro, 89.404 (15,6%) no Paraná e 78.942 (13,8%) em MG. Mas, quando os processos são avaliados em relação à população feminina, nota-se que os maiores são no Distrito Federal, com 2.243 processos a cada 100 mil mulheres residentes; seguido pelo Mato Grosso do Sul, com 1.793 e Paraná, com 1.522. </span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para conhecer o documento na íntegra acesse <a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2022/08/relatorio-avaliacao-medidas-protetivas-lei-maria-da-penha-23082022.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sobre o Instituto Avon </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Instituto Avon é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na defesa de direitos fundamentais das mulheres, por meio de iniciativas nas causas da atenção ao câncer de mama e do enfrentamento às violências contra as meninas e mulheres. Por meio de ações próprias e também de parcerias com instituições da sociedade civil, setor privado e poder público, o Instituto Avon se concentra na produção de conhecimento e no desenvolvimento de iniciativas que mobilizem todos os setores da sociedade para o avanço das causas. Desde a sua fundação em 2003, o braço social da Avon no Brasil já investiu R＄ 180 milhões no país em mais de 400 projetos, beneficiando mais de 5 milhões de mulheres e engajando mais de 120 empresas privadas em suas iniciativas</span></p>
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