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	<title>Arquivos Health &#8902; Jornal do Momento News</title>
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	<item>
		<title>Butantan identifica variante recombinante XG em moradora da Penha, SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 18:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bairro em foco]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Health]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Riselda Morais - São Paulo - Brasil</p>
<p>O post <a href="https://jornaldomomento.com.br/butantan-identifica-variante-recombinante-xg-em-moradora-da-penha-sp/">Butantan identifica variante recombinante XG em moradora da Penha, SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://jornaldomomento.com.br">Jornal do Momento News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header id="mvp-post-head"></header>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Variante XG é a terceira recombinante encontrada em São Paulo nos últimos dois meses</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    A Rede de Alerta das Variantes do Butantan registrou uma nova variante recombinante, a XG, foi encontrada em amostras coletadas em uma mulher de 59 anos, moradora do bairro da Penha, Zona Leste de São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   De acordo com o Butantan, &#8220;ainda não há informações sobre os sintomas, histórico de viagem e esquema vacinal da paciente&#8221;.</span></p>
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<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A XG é uma recombinante das linhagens BA.1 e BA.2 da cepa ômicron &#8211; a mesma combinação da variante XE, mas com mutações diferentes. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  No entanto, os bioinformatas da Rede de Alerta de Variantes do Instituto Butantan, Alex Ranieri e Gabriela Ribeiro, alertam que não há motivos para preocupação com relação à sua disseminação. </span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Todas as variantes recombinantes ainda necessitam de mais atenção nesta questão de disseminação. Há no mundo apenas 205 sequências da XG e isso é pouco em relação à população mundial e ao número de variantes que estão circulando”, explica Gabriela. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Ainda de acordo com o Butantan, &#8220;as variantes recombinantes estão mais prevalentes em países europeus. A maioria dos casos de infecção pela XG vem da Dinamarca, mas também há registros na Alemanha e no Reino Unido&#8221;. </span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">XG é terceira variante recombinante encontrada em dois meses</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">A XG é a terceira variante recombinante encontrada em um período de dois meses no Brasil. Em março, a Rede de Alerta das Variantes do Butantan identificou o primeiro caso da variante XE no Brasil em um homem de 39 anos, morador de São Paulo e com esquema vacinal completo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Em abril, a rede encontrou a XQ, que surgiu a partir de uma mistura da sublinhagem BA.1.1 e linhagem BA.2 e foi encontrada em amostras de um casal sem esquema vacinal completo, ou seja, que não tinha tomado a terceira dose da vacina, também na cidade de São Paulo. </span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 16px;">Butantan esclarece sobre as recombinantes</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> Quando uma mistura ou recombinação de material genético de duas ou mais linhagens e sublinhagens ocorre, a cepa resultante é chamada de variante recombinante.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para que isso aconteça, é necessário que uma pessoa contraia pelo menos duas linhagens ao mesmo tempo e que o evento de recombinação ocorra, algo mais difícil de acontecer, mas que se torna possível diante da alta circulação de variantes da Covid-19.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"> Por definição, a recombinante também é uma variante, já que a recombinação é um tipo de mutação. Até o momento, múltiplas variantes recombinantes foram detectadas em circulação no mundo, sobretudo na Europa, podendo ser reconhecidas pela letra X em seu nome, como XD, XE e XQ.</span><br />
<span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">As linhagens recombinantes mais recentes vão de XD, mais popularmente conhecida como deltacron, seguindo em ordem alfabética até XW.</span></p>
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		<title>Governo de SP cria Centro de Contingência do Coronavírus</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/governo-de-sp-cria-centro-de-contingencia-do-coronavirus/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=governo-de-sp-cria-centro-de-contingencia-do-coronavirus</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 14:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Health]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro caso do Brasil foi confirmado nesta quarta-feira (26); centro atuará na Secretaria de Estado da Saúde e conduzirá as medidas de enfrentamento ao COVID-19</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O Governador João Doria decidiu criar um centro de contingência do Estado para monitorar e coordenar ações contra a propagação do novo coronavírus em São Paulo. A decisão ocorreu após a confirmação do primeiro caso do país, na capital paulista. Para presidir o centro, Doria convidou o infectologista David Uip.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O centro também contará com profissionais do Instituto Butantan, médicos especialistas das redes pública e privada, sob a supervisão do Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   O primeiro caso de COVID-19 foi diagnosticado na terça-feira (25), em um paciente do Hospital Israelita Albert Einstein. Seguindo o fluxo oficial definido pelo Ministério da Saúde, o exame foi enviado para contraprova no Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência nacional para análise de amostras casos suspeitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“Infelizmente, foi confirmada em São Paulo a infecção de um brasileiro, que estava na Itália, por coronavírus. Por isso, estamos criando este centro e de contingência e, a partir daí, anunciaremos as medidas a serem adotadas”, disse Doria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    O homem está em isolamento domiciliar, estável. Reside na Capital e esteve, em fevereiro, na Itália. Apresentou sintomas suspeitos, como tosse e febre, compatíveis com a suspeita de COVID-19. Atualmente, também há 11 casos suspeitos em SP.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Além da Itália, Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Singapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes Unidos estão na lista de locais de origem ou transição definida pelo Ministério da Saúde nesta semana. A mudança levou em conta o aumento de casos registrados fora do território chinês. As orientações foram replicadas pelo Governo de São Paulo para todas as regiões do Estado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“É imprescindível que, ao apresentar os sintomas, as pessoas procurem um serviço de saúde mais próximo, como fez este paciente”, afirmou o Secretário Germann.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   Além dos sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza é preciso observar outros aspectos epidemiológicos, como histórico de viagem em área com circulação do vírus ou mesmo contato próximo a algum caso suspeito ou confirmado laboratorialmente para COVID-19.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">“A prevenção é o mais importante para doenças respiratórias, pois vírus não respeita fronteira”, destacou o infectologista David Uip.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  As Secretarias de Saúde do Estado e de Prefeitura de São Paulo estão monitorando as pessoas que tiveram contato com o paciente. Todas as ações e medidas seguem protocolos do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde. O site <a href="http://www.saude.gov.br/coronavirus">www.saude.gov.br/coronavirus</a> está concentrando as informações atualizadas sobre o tema.</span></p>
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		<title>Casos de sífilis têm aumento no Brasil</title>
		<link>https://jornaldomomento.com.br/casos-de-sifilis-tem-aumento-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=casos-de-sifilis-tem-aumento-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Riselda Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 14:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Health]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doenças sexualmente transmissíveis]]></category>
		<category><![CDATA[fase assintomática]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis latente]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis primária]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis secundária]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis terciária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principal forma de transmissão da doença são as relações sexuais sem proteção</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">   <span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">As doenças sexualmente transmissíveis causam, desde sempre, transtornos na saúde pública e na vida das pessoas. Além das mais conhecidas, como o HIV, a herpes genital e a gonorreia, por exemplo, outras têm surgido ou evoluído com o passar do tempo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">    No Brasil, uma das DSTs que mais tem avançado é a sífilis. Segundo um relatório do Ministério da Saúde, entre 2010 e 2018 a doença teve um aumento de 4.157% nos casos. De acordo com o estudo, só durante o ano de 2018, mais de 246 mil pessoas adquiriram a doença no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">   A sífilis tem como principal forma de transmissão as relações sexuais desprotegidas, ou seja, sem o uso de preservativo. A doença é considerada uma infecção sistêmica crônica, de transmissão sexual e vertical (quando é transmitido da mãe para o bebê), provocada pela bactéria espiroqueta <em>Treponema pallidum.</em> ‘‘A sífilis é caracterizada por quatro etapas: primária &#8211; quando ocorre de 10 a 90 dias após o contato sexual, formando-se uma úlcera indolor com base endurecida, rica em treponemas (um gênero de bactéria); secundária, quando surge de seis semanas a seis meses após o contágio, formando-se lesões doloridas na pele e mucosas em forma de roséola; sífilis latente, período no qual não há sinais clínicos da doença, mas há reatividade nos testes imunológicos que detectam os anticorpos, e sífilis terciária, ocorrendo cerca de 2 a 40 anos após o contágio, com lesões nodulares que podem provocar degenerações ósseas, cardiovasculares e neurológicas’’, diz o professor dos cursos de pós-graduação da Área da Saúde do Centro Universitário Internacional Uninter, Willian Barbosa Sales.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">  A sífilis preocupa as autoridades por ser uma doença de fácil propagação e pelo aumento de contaminação nos últimos anos. Para evitar uma maior propagação, o Ministério da Saúde tem feito campanhas de prevenção e de alerta para a população. Para Sales, há uma forma de prevenção muito eficaz contra sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis. ‘‘A melhor maneira é o sexo seguro, com o uso correto e regular da camisinha feminina ou masculina’’, conclui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Aos casos já confirmados, há esperança. A doença pode ser tratada e tem cura, mas, de acordo com o professor, é preciso que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">Para identificar a doença, existem alguns sintomas que podem ser observados, por exemplo:  </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sífilis primária</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele), que aparece entre 10 e 90 dias após o contágio. Essa lesão é rica em bactérias; normalmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sífilis secundária</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Os sinais e sintomas aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Essas lesões são ricas em bactérias;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sífilis latente – fase assintomática</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Não aparecem sinais ou sintomas;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  É dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  A duração é variável, podendo ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da forma secundária ou terciária.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;"><strong>Sífilis terciária</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Pode surgir de 2 a 40 anos após o início da infecção;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 14px;">·  Costuma apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.</span></p>
<p>O post <a href="https://jornaldomomento.com.br/casos-de-sifilis-tem-aumento-no-brasil/">Casos de sífilis têm aumento no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://jornaldomomento.com.br">Jornal do Momento News</a>.</p>
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