Centro Clínico da Anhanguera tem atendimento gratuito especializado em autismo

      A clínica-escola de Psicologia da Anhanguera do Belenzinho está com inscrições abertas para atendimento psicológico de crianças com hipótese ou diagnóstico de autismo. O projeto de pesquisa é destinado para crianças de até sete anos que apresentam sinais de risco ou já foram diagnosticadas com a doença e que não conseguiram vaga em serviços especializados da área de Saúde.  A clínica-escola de Psicologia da Anhanguera do Belenzinho está com inscrições abertas para atendimento psicológico de crianças com hipótese ou diagnóstico de autismo.
     O projeto de pesquisa é destinado para crianças de até sete anos que apresentam sinais de risco ou já foram diagnosticadas com a doença e que não conseguiram vaga em serviços especializados da área de Saúde. A proposta do projeto é criar um espaço de convivência para crianças que não apresentam o desenvolvimento psíquico esperado para sua faixa etária. “O autismo se caracteriza por uma alteração qualitativa e quantitativa das interações sociais e de comunicação, e por um caráter restrito e repetitivo do comportamento, dos interesses e das atividades. São crianças que podem ser de ordem emocional, comportamental ou atrasos psíquicos, motor ou social”, explica o supervisor clínico, professor Leonardo Pereti. Segundo o docente da Anhanguera, o projeto ainda possibilita aos alunos do último semestre de graduação em Psicologia a aquisição das experiências práticas supervisionadas por professores com reconhecida experiência na prática clínica. 
     Para participar, é necessário o agendamento pelo telefone (11) 3133-7961 / 3133-7977 ou pessoalmente na unidade localizada na rua Siqueira Bueno, 929, no Belenzinho. Depois da inscrição, o paciente passa por entrevistas para levantar os dados cadastrais, identificar a queixa ou demanda envolvida com a criança e formalizar a participação no projeto de pesquisa.Na segunda etapa do projeto, serão realizados encontros semanais de uma hora e meia de duração com as crianças, realizando intervenções para auxiliar no desenvolvimento.
    Durante as reuniões, será possível também aos pais e educadores participarem de um atendimento concomitante num modelo mais livre, tipo “roda de conversa”, proporcionando um espaço de escuta e acolhimento de questões relacionadas ao cotidiano que produzem sofrimento, favorecendo a troca de experiências.“O intuito é privilegiar a comunicação entre a criança e seu entorno afetivo e social para favorecer a construção de um elo entre os pais que buscam, de forma ávida, estratégias e perspectivas para estreitar laços comunicativos”, explica o psicólogo. 

Riselda Morais

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