Neymar se torna embaixador da boa vontade para pessoas com deficiência

   

Neymar posa na Cadeira Quebrada, na Praça das Nações de Genebra, em frente à ONU. Foto: Denis Balibouse/Reuters

   Nesta terça-feira (15) o atacante Neymar, contratado pelo Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros, tornou-se embaixador da boa vontade da entidade de assistência a deficientes físicos Handicap International e prometeu trabalhar pela igualdade. Depois de trocar o Barcelona e pouco mais de dez dias depois de ir para o  PSG, o atacante já domina a lista de camisas vendidas do clube francês com 90% das camisas oficiais vendidas.      Neymar visitou uma estátua de uma cadeira enorme diante da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra que simboliza as vítimas de minas terrestres, chutou uma bola de futebol para torcedores que se encontravam nas dependências da ONU e acompanhado dos pais, usando um boné de beisebol preto e uma camiseta preta da Handicap International com a inscrição “Conserte Vidas”, agradeceu a todos “pelo que fazem pelos menos visíveis do mundo para que eles se tornem mais visíveis”.
    Neymar afirmou que os problemas sociais fazem parte das suas preocupações e citou o Instituto Neymar, localizado em Praia Grande, no litoral de São Paulo. “Lá há 2.500 meninos e um total 10.000 pessoas que ajudamos. É uma das melhores coisas que fiz na minha vida e algo bom para o Brasil”, declarou.
     Quanto ao tipo de trabalho que irá realizar o atacante declarou ainda não saber, mas acredita que sua imagem poderá ajudar: “Espero que esta seja uma parceria de muito sucesso e que consigamos ajudar um grande número de pessoas”, disse. “Milhões querem seus direitos, querem ser mais bem tratados. É para isso que estamos aqui, esse é o nosso objetivo”.
    A instituição de caridade foi fundada em 1982 para ajudar 6 mil refugiados do Camboja que perderam membros, e mais tarde co-fundou a Campanha Internacional para Proibir Minas Terrestres (ICBL, na sigla em inglês) em 1992, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Com informações da Reuters

 

Riselda Morais

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